Sem acessos para a sua casa

29/10/2013 00:02 - Modificado em 29/10/2013 17:04

casaMaria de Fátima Lima, moradora em Lombo Tanque, construí uma casa.Só que ficou sem acesso a casa ,porque onde deveria ser o caminho construíram uma moradia.E assim ficou isolada.

 

O primeiro problema é o do acesso que ficou reduzido. Com a construção, ficou difícil entrar na sua “rua”. Diz que cumpre com os seus deveres de cidadã pagando os impostos e taxas e, por isso, espera que a sua situação seja resolvida.

 

Construiu uma vereda para ficar mais fácil chegar a sua casa. Mas Maria de Fátima explica que trabalha e só volta à noite e, por isso, a vereda pode ser traiçoeira e como a zona é escura, não sabe “quem pode estar à espera no escuro”.

 

O isolamento para Maria de Fátima é uma realidade com que tem de viver neste momento. “Os carros não chegam até aqui, nem os carros de água para conseguirem encher o tanque”, afirma esta cidadã que acrescenta, que tem o depósito a servir de esgoto mas que está cheio há mais de dois meses e o carro não consegue chegar a casa para esvaziá-lo. E pergunta como é possível alguém ter esgoto e ficar impossibilitado de usá-lo. “Se acontecer qualquer coisa, a minha casa não tem acesso para os bombeiros nem para os carros de socorro e nada consegue chegar perto da casa”, explica Maria de Fátima.

 

Perguntado sobre o que espera que seja feito em seu favor, a resposta desta cidadã é peremptória: “um caminho”. Ou seja, ela espera que a edilidade faça um caminho de acesso à sua casa. “Quando fizerem o caminho tudo ficará mais fácil em todos os aspectos e já posso viver com dignidade na minha casa”, afirma Maria de Fátima que diz não estar a usufruir da sua casa.

 

Conta que já tentou várias vezes, através dos serviços municipais, que o problema fosse resolvido mas ainda sem sucesso. Por isso, resolveu expor o seu problema durante a sessão ordinária da Assembleia Municipal em busca de uma solução rápida. Os eleitos municipais mostraram-se solidários com Maria de Fátima. A resposta da edilidade é que se trata de uma situação que conhece mas que “é complicado” como disse o presidente da Câmara Municipal, Augusto Neves.

 

O NN voltou a contactar esta senhora que afirma que ainda não resolveram o problema e que continua ainda “para cima e para baixo” tentando resolver o problema.

 

A par das palavras, a cidadã Maria de Fátima Lima, espera apenas que a sua situação seja resolvida porque já não aguenta mais viver nesta situação. E quer desfrutar da sua casa “como qualquer outra pessoa”

  1. Eu entendo perfeitamente a preocupação da Maria de Fátima porque essa mesma preocupação passa exactamente comigo em lombo de cruzinha Ribeirinha. Ora comprei um lote de terreno na Camara Municipal juntamente com o Projecto tipo, acontece que não tenho esgoto porque não tenho acesso a estrada e a camara diz que só haverá esgoto quando houver estrada. Será que eu é que vou fazer estrada? Afinal onde está os meus direitos? Porque não me disseram antes que eu não iria ter esgoto? Que Afronta?

  2. Carlos Jorge Wahnon

    Sory Maria de Fátima ma ess lugar ka é lugar pa nigém construí um casa.

  3. Mindelense

    Ma “Sr jornalista” sera q um pode txmob assim…casta de texto e esse?se Bzot repara e so Maria de Fatima,Maria de Fatima ,Maria de Fatima ….pra ke ser tonte repetitivo,meu Deus do Ceu….afronta ene so paga renda,

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