Assembleia Municipal chumba moção de censura ao executivo

26/10/2013 11:37 - Modificado em 26/10/2013 12:34

A Assembleia Municipal de São Vicente reuniu em sessão extraordinária para que o executivo camarário pudesse prestar “esclarecimentos sobre a política da venda de grandes extensões de terrenos sobre a jurisdição da Câmara Municipal”. A sessão iniciou com a bancada do PAICV, como proponente do tema, justificando a razão de levar o tema a plenária.

 

O PAICV pedia justificações envolvendo três negócios. O primeiro a venda do terreno da torrada à Copa S.A, o outro evolvendo os terrenos de Santa Filomena à Armando Cunha e por último os terrenos vendidos a Empreitel Figueiredo. O líder da bancada do PAICV, Alcides Graça, na sua primeira intervenção afirmou que “é preciso (re) pensar urgentemente o modelo para a gestão dos terrenos municipais”. E alegou que a venda de grandes lotes de terrenos tem que passar ter o aval da Assembleia, o que não aconteceu nos casos propostos, e acrescenta, “com contornos pouco claros”.

O Presidente da Câmara Municipal em respostas as questões explicou que foram processos q de mandatos anteriores, e que estiveram na Assembleia Municipal. E por isso tinham sido discutidas e alvo de deliberações da AM.

Uma das questões levantadas pelo PAICV, no caso dos terrenos que foram vendidos em 2005 a Empreitel Figueiredo, é que a empresa não cumpriu o que estava estipulado no contrato no que refere as datas para pagamento e também na questão das contrapartidas. Acrescenta que a Câmara Municipal saiu lesada no acordo já que a empresa lucrou com o negócio. A contribuição da UCID no debate entre outros aspectos cingiu a necessidade de uma melhor fiscalização para que os acordos possam ser cumpridos.

Saiu da Assembleia Municipal uma vontade para que a partir de agora todos os terrenos que não sejam destinados a habitação familiar possam passar pelo crivo da assembleia.

Uma moção, que a princípio era de censura, foi pedida pelo PAICV pelo comportamento do Presidente nos três negócios de terrenos já mencionados, mas não passou com votos a favor do PAICV, contra do MpD e abstenção da UCID.

 

  1. Fernado Delgado

    Está aí.Depois com aquele ar de Padre ex-comungado vem o Lidio Silva, todo ofendido,quando o Alicides denucia a cumplicidade da UCID para com o MPD.

    O terreno vendido a Empreitel, senão estou em erro por 17.000.000$00, em hasta pública,onde todo o cidadão ou empresa poderia concorrer e comprar,poderia render a Câmara qualquer coisa como 1.000.000.000$00.Simples (200.000 m2x5000$00).
    Mais do que o orçamento da Cãmara para o ano 2014.
    Se considerarem o Vendido a Copa e ao Armando da Cunha,….

  2. Fernado Delgado

    O Augusto tem que deixar de armar em esperto,porque com esse tipo de negócio,constata-se total de falta de transparência.
    Como explicar a um municipe que terrenos tão valiosos,são cedidos a privados para estes irem fazer fortunas.A Empreitel vai fazer fortuna com um bem público,assim com a A.Cunha.
    Estes 2 terrenos, daria para a Câmara se libertar das dívidas junto da banca e criar uma folga financeira.Para melhorar o património e a qualidade de vida de muitos Sanvicentinos.Fumos de corrupção?

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