Cabo-verdianos chamados a entregar voluntariamente as armas

9/10/2013 00:51 - Modificado em 9/10/2013 00:51
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armaPara o mês de Novembro, o Governo tem previsto uma campanha de entrega voluntária de armas, na medida que se enfrentam um dos principais constrangimentos no combate ao crime organizado em Cabo Verde. Mas é sabido que há cidadãos que não estão dispostos a dar a própria arma de protecção de mão beijada ao Estado, quando ainda existem dificuldades para garantir a segurança dos cabo-verdianos. E por sua vez, quem pende para o lado do crime, não pretende cair na toca do lobo para sofrer as consequências.

 

O Ministério da Administração Interna pretende com essa acção, combater os actos de criminalidade no país e garantir a segurança dos cabo-verdianos. A Ministra da Administração Interna, Marisa Morais sublinha que como fruto das frequentes operações policiais “todos os dias” são apreendidas dezenas de armas ilegais no país, que são depois destruídas.

“A campanha tem muita importância porque permite que o cidadão tenha a consciência da grande quantidade de armas que são diariamente apreendidas em Cabo Verde. Já há uma grande apreensão de armas de fogo e isso tem a ver com a pressão feita pela polícia” avança Marisa Morais.

Quando questionada sobre a ameaça da proliferação, transferência e utilização ilícita de armas ligeiras e de pequeno calibre, por estar numa região onde existem vários conflitos, o MAI sublinhou que têm sido tomadas medidas para prevenir, combater e erradicar o fenómeno.

Deste modo, Marisa Morais defendeu que a nova lei de armas é “restritiva” e “controladora”, garantindo “eficácia” na gestão da informação, de modo que tem havido o controlo das fronteiras, para impedir que as armas entrem em Cabo Verde.

 

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