Cunhada de Ivete, DJ Miss Cady no Paparazzo

8/10/2013 11:27 - Modificado em 8/10/2013 11:27
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CadyQuem está na pista é uma loira de 1,65m de altura, 53kg e irresístivel sotaque baiano. Depois de dez anos comandando picapes nas baladas, a DJ Ana Clara – ou Miss Cady, como é conhecida no mundo da música -, decidiu se lançar como cantora. Agora, quer mostrar aos críticos de plantão que vai além do posto de cunhada de Ivete Sangalo. Para apresentar ao público o que é que essa baiana tem, o Paparazzo clicou a gata em uma boate do Rio de Janeiro e a convidou para mostrar o lado mais Sensual da noite

 

”Ser ligada a Ivete é bom por um lado e ruim por outro. Apesar de trabalharmos com música, nossas cenas são bem diferentes. De qualquer forma, quem gosta dela – e é muita gente, pois ela é mesmo muito especial – pode ter curiosidade sobre o meu trabalho, se interessar. Mas também vão ter aqueles que não sabem quem sou, que estou nessa estrada há muito tempo, mesmo antes do relacionamento da Ivete com o meu irmão, e vão dizer que vivo à sombra dela. Mas não me preocupo, quem tiver que gostar do meu trabalho, vai gostar”, diz a moça de 29 anos.

Aliás, quase 30. Mas, segundo ela, sem crise, e com a bagagem de quem já trancou duas faculdades – de Letras e de Administração – , foi vendedora de loja para se virar sozinha em São Paulo, fez dois intercâmbios e uma turnê de música eletrônica na Índia, onde passou por perrengues inimagináveis e contou com a ajuda de um amigo inglês na hora do aperto.

 

”Esse momento é de recomeço. Acabei de perder um amigo que me ajudou sempre que algo dava errado. Mas é um momento tranquilo, que chega com uma idade de maturidade, realizações pessoais. Antes era mais agoniada, agora a vida é mais leve. Nessa idade, a mulher é mais segura de si. Posso dizer que aprendi a me amar aos 30”.

Aprendeu tão bem que tem preferido ficar solteira por quase três anos – e sem beijar há quatro meses – a se arriscar com os ”gaviões” que conhece na noite.

 

‘Quero um cara que tenha maturidade, o que não está necessariamente relacionado à idade, e tiro isso pelo meu irmão, pela postura, pela visão que ele tem na vida. Maturidade é essencial para uma relação saudável. Sou muito tranquila. Não curto homem cafajeste. Gosto de homem cavalheiro, educado, que sabe me dar valor. Passou a fase de insistir em erros. Agora o que vier tem quer ser para somar. Um cara companheiro, parceiro, gostoso de estar junto, de dar risada. Vai ver minha vida muda com esse Paparazzo e me aparece um príncipe. Sei que existe porque meu irmão é um”, brincou, referindo-se ao nutricionista Daniel Cady, com quem Ivete é oficialmente casada há dois anos.

Romantismo, supresas e pimenta baiana

Um recado para os pretendentes da moça: o ”príncipe” eleito terá ao lado uma típica baiana arretada.

”Sou daquele tipo que vive fazendo surpresas. O relacionamento não pode cair na mesmice. Tem que investir em lingeries, figurinos… Quando você está apaixonada, quer fazer aquela pessoa mais feliz do mundo. É prazeroso realizar um fetiche com quem se ama. Nesse idade estamos ainda mais seguras. A gente vai, veste o que quer, esquece a vergonha e se entrega à fantasia”.

 

 

Paparazzo.br

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