Restos mortais de Alice e Amâncio: PJ considera difícil encontrar os corpos

8/10/2013 01:08 - Modificado em 8/10/2013 01:08

detectiveO Ministério Público enviou uma carta precatória à Comarca da Praia para pedir a presença de Zezinho Catana para que a investigação possa prosseguir. Zezinho Catana revelou ter morto duas mulheres e um homem em São Vicente. Para as autoridades criminais, o paradeiro dos corpos de Alice dos Reis e de Amâncio Maniche continua a ser uma incógnita. E por isso, com a chegada do suspeito a São Vicente, a PJ terá a tarefa de conseguir que Catana indique onde enterrou os corpos. Mas pode ser insuficiente.

 

Isto ,por que a policia cientifica receia que ” ter-se-á que debelar algumas circunstâncias de tempo e de natureza. Isto é, volvidos estes anos não se sabe o que aconteceu nessas possíveis áreas onde foram enterrados os corpos. E por outro lado, há situações que se prendem com o comportamento do suspeito durante operação, e que pode ajudar ou atrapalhar a diligência”.

 

O NN sabe que a PJ e o Ministério Público MP deram por terminada a investigação sobre a confissão de Zezinho Catana que revelou ter morto duas mulheres e um homem em São Vicente. Foram ouvidos familiares e testemunhas que atestaram sobre as relações de Catana com as vítimas. O suspeito foi confrontado com esses depoimentos e terá confessado a morte de Alice dos Reis, Maria D´Chandim e Amâncio Maniche.

 

Com o passar dos dias, a agonia à volta do paradeiro dos restos mortais de Alice e Amâncio consome os familiares que aguardam com ansiedade a chegada do suspeito à ilha de São Vicente. Para a família de Alice e Amâncio, cujo assassinato foi assumido por Zezinho Catana, por esta altura, o que se pretende é a recuperação dos restos mortais, para a realização de um funeral digno. E depois, aguardar que a justiça seja feita ao caso, de acordo com as provas apuradas.

 

Em termos, a investigação só pode avançar depois da resposta da carta precatória que decide o envio do suspeito para a ilha de São Vicente. Mas este online sabe que a dificuldade e a demora não estão na autorização da viajem de Catana, mas sim como efectuar essa operação. Ou seja, trazer o indivíduo levá-lo aos locais onde ele diz ter enterrado os corpos sem que a população se aperceba. O MP e a PJ estão convencidos que a operação em termos de segurança “é de alto risco”. Mas o certo é que tem de ser feita.

 

  1. joao.pt

    Há muito que anunciaram a notícia em como o psicopata terá confessado esses crimes. Tanto tempo já passou. Estão a espera de quê para levantar os restos mortais e entregar aos familiares p/ realizarem os funerais.As autoridades bem sabem q com o avançar do tempo os lugares se transformam, nascem e crescem arbustos: principalmente com as últimas fortes chuvas que caíram. Vêm agora com uma merda de carta precatória para protelar mais no tempo: e Pk nã fizeram isso antes?só agora que se lembraram?

  2. Aristides Ferro

    Já estamos fartos e angustiados, de tantas publicações sobre este caso sem nenhuma resolução só nos metendo duvidas, por favor senhores jornalistas vocês estão a por mais sofrimento no seio da família sem dados concretos,agora a questão de segurança se isso é verdade é uma vergonha para o nosso pais não consegue garantir a segurança de esse criminoso,então todo aquele espectáculo que foi transmitido na TCV,da segurança de altas entidades é só para o inglês ver,que pais estamos

  3. Aristides Ferro

    Este gajo esta mais perigoso que a lancha voadora ou é porque não há dinheiro a volta disso.

  4. alberto tavares

    O pior é que ninguém coopera. A propria Comunicação Social não faz o que devia fazer. Até omitem factos importantes para o andamento correcto das coisas. Uma delas é a sonegação de comentàrios.

  5. Margarida Maniche

    Sr. jornalista um tava gosta se bo tava na pele desses familiares. O quê bo tava fazê?

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