Adolescente que agrediu agente da PJ está em prisão preventiva

30/09/2013 00:01 - Modificado em 29/09/2013 23:36

cela-prisaoO adolescente envolvido no caso de agressão e roubo a um funcionário da PJ na ilha de São Vicente, já se encontra na Cadeia de São Vicente. Na altura dos factos o menor tinha 15 anos e, por decisão judicial, foi entregue aos pais e ficou proibido de sair de casa depois das 21 horas e andar em grupo. Porém, volvidos sete meses e agora com 16 anos, o jovem encontra-se em prisão preventiva por prática de vários roubos contra pessoas.

 

Em Fevereiro de 2013, o Juízo Cível procedeu ao interrogatório do adolescente, conhecido por “Alex 7 Espirit”, residente na zona da Ilha de Madeira e que fazia parte de um grupo de jovens desse bairro que atacou com pedras, garrafas e pontapés César Silva, técnico da PJ.

Pelo que ficou provado em tribunal e durante o interrogatório, o adolescente foi o indivíduo que atirou a primeira pedra à cabeça do funcionário da polícia científica. Findo o interrogatório, o magistrado analisou o caso para proceder à determinação da medida tutelar socioeducativa e, em vez de mandar o menor para o Centro Socioeducativo Orlando Pantera, na ilha de Santiago, o juiz aplicou-lhe algumas normas.

Normas

Nestas circunstâncias o Juízo Cível determinou que o menor deveria cumprir imposições estabelecidas pela lei. O adolescente ficou proibido de sair de casa depois das 21 horas, de contactar os restantes intervenientes no caso, bem como de andar em grupo. Por outro lado, o juiz impôs-lhe o cumprimento de um ofício, isto é, integrar-se num trabalho como aprendiz ou ir para a escola.

Fiscalização

A Polícia Nacional e a Polícia Judiciária ficaram encarregues de fiscalizar o cumprimento das imposições. E o certo é que o adolescente acabou por pisar a linha: depois de completar 16 anos, idade em que a lei permite ao Tribunal de aplicar medidas de coacção como a prisão preventiva, o indivíduo não obedeceu às regras judicias e foi detido e acusado de praticar vários roubos.

Criminalidade

O NN sabe que o adolescente estava na mira das autoridades criminais e que nesta semana, a BIC e a PJ realizaram uma investigação para desmantelar um grupo de jovens que estavam a assaltar pessoas nas zonas de Impena, Ribeira Bote, Fonte Filipe e área do Mercado da Ribeirinha e Bar Curva.

Finda a diligência, a Polícia Judiciária e a BIC vieram a deter cinco suspeitos, de entre eles, o jovem que havia agredido o funcionário da PJ. Por decisão judicial, “Alex 7 Espirit” vai aguardar o desfecho dos casos em prisão preventiva na Cadeia de São Vicente. Isto porque ficou provado que constitui um perigo para a sociedade, uma vez que nas últimas semanas tem aplicado vários “caçubodis” em São Vicente.

 

  1. CIDADAO

    AFINAL

    O SR. CASIMIRO TEM RAZAO
    Ñ HÁ RESPEITO

    MUITO CUIDADO É POUCO

    ATÉ O NOME DESSE “JOVA” É “GRESSIVES” —> a.k.a. “Alex 7 Espirit”

  2. Maria Jose

    Acabar com o male pela rais e o que se pede o povo de cabo verde

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