Roubou pessoas e está na cadeia

30/09/2013 00:02 - Modificado em 29/09/2013 23:25
| Comentários fechados em Roubou pessoas e está na cadeia

prisao3No mês de Fevereiro de 2012, o Juízo Crime da Comarca de São Vicente enviou para a Cadeia Central um jovem que participou num roubo de três galinhas e de um galo em casa de um idoso em Cruz João Évora. O indivíduo conhecido por Ray passou seis meses na prisão, porque cometeu o crime num período em que estava com pena suspensa. E agora, volvido um ano, o mesmo regressa para a prisão, desta vez em regime de prisão preventiva porque estava a assaltar pessoas em São Vicente.

 

O Tribunal da Comarca de São Vicente aplicou prisão preventiva a quatro indivíduos indiciados pela prática de um crime de roubo. A decisão do juiz em lhes aplicar esta medida de coacção deve-se aos factos lavrados no auto de detenção e porque considerou que os indivíduos constituem um perigo para a sociedade, uma vez que têm antecedentes criminais relacionados com o “caçubodi”.

O NN apurou que o Juízo Crime procedeu ao interrogatório de um jovem detido no âmbito de uma investigação realizada pela Brigada de Investigação Criminal e pela Polícia Judiciária. O indivíduo pertence ao gang Pintchá Andor, da ilha de Madeira e estava referenciado na PN e na PJ como “caçubodista”. E que tem processos em fase de instrução na Procuradoria de São Vicente por prática de “caçubody”.

E foi com base nas diligências realizadas pela BIC e pela PJ que as autoridades criminais apuraram que Ray e outros colegas estavam a assaltar pessoas nas zonas de Impena, Ribeira Bote, Fonte Filipe e área do Mercado da Ribeirinha e Bar Curva. E ainda recuperaram vários objectos que estavam na posse dos mesmos.

Presente às instâncias judiciais, o Tribunal analisou as provas e decidiu enviar o arguido para a Cadeia de São Vicente. Isto porque os factos descritos no auto de detenção, onde está indiciado pela prática de crimes de roubo, não lhe permitia continuar em liberdade.

Quanto ao processo-crime que envolve Ray e mais três colegas que também ficaram em prisão preventiva, foi enviado para o Ministério Público para averiguar os factos que culminaram na detenção dos suspeitos. Findo o processo de instrução, o MP irá deduzir a acusação para que os jovens sejam submetidos a julgamento.

 

Os comentários estão fechados.

Publicidades
© 2012 - 2017: Notícias do Norte | Todos os direitos reservados.