Porto Novo: Famílias regressam à casa depois das inundações

27/09/2013 00:41 - Modificado em 27/09/2013 00:41
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porto novo4Com a queda das chuvas na ilha de Santo Antão, 17 famílias da cidade do Porto Novo tiveram que deixar as suas habitações por questões de segurança. Os cidadãos ficaram desalojados, uma vez que as suas ficaram alagadas . Depois de receberem apoios da Câmara Municipal, dez famílias decidiram regressar à casa.

 

A Câmara Municipal do Porto Novo assegura que essas famílias estiveram cerca de duas semanas abrigadas em edifícios públicos. Mas, que com o regresso a normalidade, após o período das chuvas decidiram voltar para as suas residências, que nesta altura, ainda apresentam fragilidades em termos de habitabilidade.

Por sua vez, sete famílias que ficaram desalojadas com a queda das chuvas, que provocou estragos nas suas casas, optaram por permanecer sob tutela da CMPN até que a edilidade faça intervenções nas suas habitações, de modo a regressarem em segurança.

De realçar que a Câmara Municipal do Porto Novo durante o período de alojamento distribuiu géneros alimentícios, entre outros produtos as famílias em situação de risco. A edilidade agendou para a próxima semana, o arranque dos trabalhos de reparação das casas que sofreram estragos.

 

Requalificação

Por outro lado no terreno estão equipas técnicas a fazer a manutenção das estradas que sofreram estragos com a passagem das cheias. Isto porque houve cidadãos que passaram por necessidades porque com os estragos nas estradas, as suas localidades estão isoladas da cidade do Porto Novo.

Este online apurou que várias pessoas estavam a enfrentar dificuldades para adquirir bens primeira necessidade. O NN sabe que em algumas localidades, os moradores uniram-se para fazer a requalificação de estradas, para que as viaturas pudessem levar produtos para o seu abastecimento.

A Câmara Municipal do Porto Novo inteirada da situação que aflige diversas áreas do concelho, mobilizou meios e recursos para que as vias possam ser desobstruídas. Isto para que não haja situações de constrangimento à circulação de pessoas, veículos e bens de consumo.

 

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