JCF: “Recurso às armas na Síria só depois de se esgotarem todos os meios”

9/09/2013 00:20 - Modificado em 9/09/2013 00:20
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jcfO presidente da República, José Carlos Fonseca fez uma abordagem sobre a situação por que passa a Síria, pelo que defendeu que o recurso às armas e uma possível invasão pela comunidade internacional, não seria a melhor forma de pôr fim ao conflito até que sejam esgotados todos os meios para acabar com a guerra que assola a Síria.

 

Em declarações à RCV, o Chefe de Estado afirmou que “isso não seria a primeira situação, havendo situações onde a violação dos direitos humanos é alargada e grave, são necessários os meios indicados para pôr fim a essas situações. Não sendo possível por outros meios, não acredito que se possa despir de todo esse tipo de intervenção”.

 

Para Jorge Carlos Fonseca, a situação na Síria envolve interesse distintos e que se traduzem pela diferente posição de várias potências mundiais e que, face aos dados, a comunidade internacional terá que encontrar a forma adequada de intervenção para estacar e repor situações de violação dos direitos humanos, porque se isso não acontecer será um “mau precedente” para que as pessoas possam acreditar numa força moral das instâncias da comunidade internacional.

 

O presidente da República esclarece que ainda não abordou a situação da Síria com o Primeiro-ministro José Maria Neves, mas assegura que “não tendo ainda conversado com o Governo sobre uma posição que se quer sempre a uma voz de Cabo Verde, prefiro aguardar para trocar algumas impressões com o chefe do Governo”.

 

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