Al-Qaeda apela à luta armada contra Exército do Egipto

2/09/2013 02:13 - Modificado em 2/09/2013 02:13
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al qaedaO braço da Al-Qaeda no Iraque e na Síria apelou aos egípcios que peguem em armas para combaterem os militares, afirmando que a resistência pacífica tornou-se “inútil”.

 

Numa gravação em áudio publicada neste sábado na Internet, o porta-voz do Estado Islâmico no Iraque e no Levante, Abu Mohammed al-Adnani, afirma que o Exército egípcio “está a tentar impedir a adopção das leis de Deus de uma forma mortal e a consagração dos princípios do secularismo e das leis feitas pelo Homem”.

 

“Não há nada mais certo na religião de Deus [islão] do que aqueles que se opõem à descrença, à negação do islão e ao abandono da religião, e o apelo à necessidade de lutar contra estes exércitos, o principal dos quais é o Exército egípcio”, disse o porta-voz, segundo a agência Reuters.

 

O militante do grupo formado por elementos da Al-Qaeda no Iraque e na Síria criticou a Irmandade Muçulmana e o partido salafista Al-Nour por terem sido “cooptados para a não-violência”, numa “abordagem ao poder secular inútil, através de eleições e da democracia”, que tem resultado na “prisão, morte e fuga” de apoiantes do Presidente deposto, Mohamed Morsi.

 

Vários elementos das forças de segurança do Egipto têm sido mortos numa série de ataques atribuídos a militantes islâmicos – a maioria dos quais na Península do Sinai –, mas os líderes da Irmandade Muçulmana negam qualquer envolvimento nestes casos, alegando que o movimento renunciou à violência há décadas.

 

 

 

publico.pt

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