Mãe pede intervenção judicial: filho doente mental foi tatuado com palavras obscenas no rosto

30/08/2013 04:51 - Modificado em 30/08/2013 04:51

palacio justiçaJacob Henriques, de 32 anos, sofre de esquizofrenia, e vive nas imediações da Esquadra Policial de Fonte Inês na residência da mãe. O jovem tem vindo a ser vítima de assaltos e actos de vandalismo, situação que deixa a mãe, Maria Henriques revoltada. Este online apurou que a vítima chegou à casa com marcas de tatuagens no corpo, de entre elas palavras obscenas, pelo que a família pondera levar o caso às instâncias judiciais.

 

Maria Henriques é proprietária de um bar na zona de Fonte Inês, e explica que o filho trabalhava no espaço comercial da família, mas que há alguns tempos começou a ter problemas a nível psicológico. Pelo que aquando de uma viagem a Espanha, realizou uma consulta médica onde foi-lhe informado que sofria de perturbações mentais.

“O meu filho era uma pessoa respeitadora e que cumpria com as suas responsabilidades quer no trabalho, ou no relacionamento com outras pessoas. Porém com o passar dos tempos, aos poucos começou a sofrer alguns problemas que estavam a passar despercebidos no seio familiar. Mas ao aperceber dessa situação procurei ajuda-lo com tratamentos, e viemos a descobrir que ele sofria de esquizofrenia”.

A mãe de Jacob assegura que devido a doença do filho passou por um período de depressão, mas que conseguiu vencer este problema. Mas sublinha que passou a viver atormentada com a situação que o filho passou a estar sujeito: existem indivíduos que se aproveitaram da doença de Jacob para lhe sujeitar a agressões, roubos e actos de vandalismo.

“A verdade que várias vezes já lhe,roubaram as roupas, pelo que chegou a casa vestido apenas com pedaços de plásticos. Também lhe roubaram relógios, sapatos, colares, e ainda aparelhos de som. Mas o pior são as agressões que sofre quando recusa entregar os seus pertences”.

A entrevistada diz que agora pondera recorrer ao Tribunal para defender a integridade física e moral do filho, uma vez que está revoltada devido ao facto de terem feito tatuagens com palavras obscenas no corpo do filho.

“Neste momento estou triste e revoltada porque alguém se aproveitou da doença do meu filho e escreveu palavras obscenas na sua testa e nos dois braços. Sabe-se que essas marcas ficarão para sempre no seu corpo. Estou na posse da identificação do suspeito, pelo que vou accionar os mecanismos necessários para defender a honra do Jacob. Estou revoltada porque mesmo que fosse o meu filho a pedir, essa pessoa devia raciocinar ao invés de transformar o meu filho num objecto de gozo”

  1. Cândida Leite

    A mãe tem o dever e a obrigação de proteger o seu filho incapaz e terà a ajuda do Procurador Geral da Repùblica. Melhor ainda (mais fàcil) se sabe o nome do autor de tal ignominia.
    Pode ainda, através da Justiça, obrigar o sacripanta a pagar as respectivas despesas para que sejam apagadas as inscrições com aparelho “lazer”.

  2. aldita

    essa situasao e triste essas pessoa sao maldosos.eu nao sei pk meu povo mau.coragem para essa mae eles vai pagaram.i deus vai dar o teu filho a saude dele.

  3. voni de nhe antonita

    irmàos caboverdianos no tcha de ser mau ma companheiro bzot po ne lugar de qel maè amiga de ses fidje e de tud gent e pena jacob e um rapaz amigo te fazem dor e tristeza de oial assim e ainda pour cima qe ingnorantes te buza na ele um pedido de maè e irma so bzot ca ta pode isda qe bzot desproteje um psoa qe ja te marcod pe tragadias da vida corage pe bosse ma jacob um dia boces te vence coragemmmmmmmmmmmm

  4. lucia henriques

    um ti ta bem agredece tudo nha povo de cabo verde e que te aliado a nos problema que nao é facil pa nos so nos familia é que sabe o que nos ti ta passa mim primeira vez que um ti toia nha irmão assim é um tristeza sem limite no ti ta sofre tcheu um ta repeti o que nha amiga irma dse quem ca puder isdal ne pa prujidical por favor

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