PJ aperta o cerco aos suspeitos “traficantes” de droga em São Vicente

30/08/2013 04:48 - Modificado em 30/08/2013 04:48

drogasO Departamento da Polícia Judiciária na ilha de São Vicente continua a não dar tréguas aos indivíduos que lidam com o tráfico de estupefacientes na cidade do Mindelo e às pessoas que chegam à ilha. Neste sentido, com a entrada permanente de pessoas na ilha quer por via aérea quer por via marítima, a PJ está a realizar operações de fiscalização para impedir a entrada de quantidades de droga para fornecer o mercado do tráfico nos bairros de São Vicente.

 

A PJ mantém a posição de tolerância zero ao tráfico de droga e deixa um alerta: “onde quer que encontremos essa prática, agiremos”. Deste modo, a autoridade criminal pretende trabalhar com “eficiência” e “eficácia” para deter os suspeitos com a ”boca na botija “no sentido de permitir que o Tribunal aplique as normas vigentes na lei que punem o tráfico de droga em Cabo Verde.

A Polícia Judiciária mantém uma relação de trabalho com a Polícia Nacional e as instituições ligadas às instâncias judiciais e na base de denúncias que revelam os procedimentos de cidadãos suspeitos de ligação ao tráfico de estupefacientes. Neste sentido, a Brigada de Investigação ao Tráfico de Estupefacientes e Criminalidade Organizada continua a fazer vigilância “apertada” nas imediações das residências de suspeitos identificados, à espera do momento certo para entrar e recolher provas que permitam levar o caso às instâncias judiciais.

 

Controlo

Mas a vigilância não está a ser feita apenas nas ruas ou em residências na ilha de São Vicente. “Há um controlo efectivo da entrada de pessoas no Aeroporto Cesária Évora e nos portos, pelo que qualquer suspeita dá lugar a uma acção de revista e busca. Tem-se ultrapassado as barreiras com a utilização de procedimentos que permitem apurar que um cidadão pretende entrar na ilha com determinada quantidade de droga”.

Com o passar dos meses, a missão da PJ no combate continua a dar frutos com a apreensão de droga em residências, na posse de cidadãos que chegam a São Vicente por via aérea ou marítima. Quer escondida no estômago, em pertences ou no solo de habitações, o certo é que a PJ já conseguiu levar vários cidadãos de nacionalidade cabo-verdiana e estrangeira ao Tribunal, com parte destes a cumprir penas de prisão por suspeita de tráfico de estupefacientes.

 

  1. Evaldo Santos

    Gostaríamos de ver uma intervenção mais vigorosa da PJ no Sal para desmantelar de vez esse hediondo negócio. Espanta a todos os salenses a existência de muitas lojas de artesanato estrangeiro, nas zonas mais nobres de Santa Maria, que, pela diminuta frequência da clientela, não deixam transparecer capacidade efectiva de se manterem com as portas abertas. Deviam ser obrigados a apresentar relatórios de transacção para se apurar a qualidade da sua saúde financeira e demonstrar a não existência de negócios paralelos e proibidos.

  2. Cândida Leite

    A nossa Policia tem feito prodigios mas como o tràfico aumenta e cada dia e em todo o lado, as Autoridades deviam dotar-se de cães especializados nos dois aeroportos internacionais. Jà viram a razia?

  3. Fiat lux

    Qualquer pessoa com um mínimo de capacidade de raciocínio concluirá que esta luta jamais será ganha e que se deverá adoptar outras medidas para por cobro a este flagelo. Esse polvo monstruoso possui tentáculos e cabeças em número inimaginável e a sua grande capacidade de regeneração tem vindo a ser provada com o aumento da actividade e de pessoas influentes que vem abraçando.Tenho uma proposta concreta para resolver a situação que, a seu tempo, apresentarei. É a eterna luta do bem contra o mal.

  4. Nita Fortes

    Força, Policia !!! Contrariando essa cambada contribui duplmanete para o bem estar da população. A tolerância tem de ser ZERO e as autoridades têm a obrigação de liquidar todo e qualquer bando de energumènes.

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