Presidente do MPD: “Relações com a Guiné-Bissau devem ser preservadas”

29/08/2013 07:57 - Modificado em 29/08/2013 07:57

ulisses correiaDepois do ex-presidente da República, Pedro Pires, afirmar que o Governo não deve romper os contactos com as autoridades da Guiné-Bissau, o presidente do Movimento para a Democracia, MpD, Ulisses Correia e Silva, seguiu as pisadas de Pires e veio a público defender que mesmo na situação em que se encontra a Guiné-Bissau, as relações entre este país e Cabo Verde devem ser preservadas.

 

Em declarações à Infopress, o presidente do Movimento para a Democracia, MpD, Ulisses Correia e Silva falou do estado das relações entre Cabo Verde e a Guiné-Bissau, depois da detenção de dois agentes cabo-verdianos dos Serviços de Fronteira e Emigração por parte do regime militar guineense durante 18 dias que se tinham deslocado a Bissau para acompanhar uma cidadã guineense que cumpria pena por tráfico de droga em Cabo Verde.

 

Ulisses Correia e Silva acredita que a situação por que está a passar a Guiné-Bissau “será ultrapassada” e, deste modo, o presidente do MpD sublinha que as relações entre os dois Estados devem continuar a prevalecer.

 

“As portas devem ficar abertas para que depois se possam retomar na normalidade as relações entre os dois países. Cabo Verde e a Guiné-Bissau têm histórias comuns para além de relações culturais e de proximidade que unem esses dois povos”.

 

Segundo o presidente do MpD deve haver todo um esforço no sentido de se criarem as condições para que haja normalidade da situação “democrática e institucional” na Guiné-Bissau.

 

Questionado sobre que papel poderá desempenhar Cabo Verde com vista à normalização da situação no país vizinho, Ulisses Correia e Silva declarou que o país pode ter algum protagonismo nesse sentido, “mas é preciso que todas as partes manifestem esse desejo”.

 

“Se a Guiné-Bissau e a comunidade internacional entenderem que Cabo Verde pode desempenhar um papel relevante na normalização da situação, acho que o nosso país não irá fugir a esta responsabilidade” acrescentou o líder do Movimento para a Democracia.

  1. João

    KA NU AJI KU KABESA KENTI SIMA KÉ NÓS KÉ DONU DI TUDU KAUBERDIANO.
    SI ONTI GUINEENSES ERA NÓ IRMON pamodi ki oji és ta dexa di ser ( Ser irmon é para sempre)

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