Contas de ‘sumir’ no Festival : Transformar as despesas em lucro

14/08/2013 00:32 - Modificado em 14/08/2013 00:32

dinheiroOs comerciantes de São Vicente vêem no Festival da Baía das Gatas, uma oportunidade para rentabilizarem o negócio. Mas por enquanto, o que conta são as despesas, pelo que durante os três dias esperam transformá-las em lucro para garantirem a sustentabilidade do negócio que tem que observar as regras da exclusividade que a Comissão concede a determinados produtos.

Os comerciantes continuam a montar as suas barracas na Baía das Gatas, depois de delimitarem o território para colocarem o próprio negócio. Nas vésperas da 29ª edição do festival, os cidadãos sublinham que estão a fazer o transporte dos produtos que serão colocados à venda, mantimento para os familiares e funcionários, objectos de cozinha, mesas, cadeiras, grelhas e equipamentos de som.

Segundo os entrevistados que vivem do comércio, os próximos dias serão passados debaixo de sol e geada a labutar para que as despesas efectuadas sejam transformadas em lucro que permita garantir a sustentabilidade do negócio e o pagamento dos empregados. Os comerciantes contactados pelo NN defendem que o FestivalInternacional da Baía das Gatas é uma oportunidade de negócio que acontece anualmente, por isso, decidiram abrir os cordões à bolsa para tentarem a sorte.

Anderson Oliveira, proprietário da Barraca“Surpresa na Baía” afirma que “a conjuntura económica está desfavorável devido à crise financeira, mas sei que o festival é uma actividade rentável para o negócio. Neste sentido, pese embora as despesas do negócio, disponibilizei cerca de 60 mil escudos para comprar géneros alimentícios, bebidas e outros produtos. A expectativa é vender todos os produtos e conseguir um valor monetário que compense as despesas”.

Já Celeste Almeida e José Cabral garantem que por esta altura a única certeza é que as despesas estão registadas. Mas que depois do fecho do festival, vão sentar-se à mesa com uma calculadora nas mãos para saberem se valeu a pena trilhar o caminho para procurar a sustentabilidade do negócio na 29ª edição do Festival da Baía das Gatas que este ano homenageia Jotamont.

Exclusividade

Este onlineapurou que, que vários comerciantes estão a abdicar da compra de certas marcas de produtos para não terem prejuízos. Os entrevistados asseguram que depois dos constrangimentos no anterioronde foi-lhes interditado a venda de diversos produtos na Baía, este ano decidiram cumprir as regras. A decisão dos comerciantes tem a ver com o contrato de exclusividade que a CMSV assinou com os patrocinadores do festival.

O NN sabe que a luz dos anos anteriores, para preservar os contratos de exclusividade, a comissão organizadora do festival, com apoio da Polícia vai estar a entrada da Baía das Gatas para passar “pente fino” nos veículos e aos comerciantes que transportam produtos de empresas concorrentes e que não contribuíram com patrocínio no festival, de modo a evitar que esses artigos sejam vendidos durante o evento.

 

 

 

 

  1. Baldoque

    Isso não significa contas de “SUMIR”. tentem saber primeiro o que significa para depois elaborarem um artigo.
    Contas de Sumir significa “desaparecer com”. Aqui serão contas de “Somar com dúvidas”.
    Sumir neste âmbito significa roubar. DESAPARECER COM.
    Publiquem se faz favor

  2. MUITO OBRIGADO (BALDOQUE)! DE PESSOAS ASSIM E ATITUDES DESTAS QUE O NOSSO PAÍS PRECISA PARA QUE OS QUE PENSEM TER A EXCLUSIVIDADE DE FALAR, PESQUIZAREM E ELABORAREM ANTES DE PUBLICAR… PARABENS!

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