Poema de amor

1/08/2013 00:07 - Modificado em 31/07/2013 23:55
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janelaÁ janela

Á janela que eu contemplo

É minha

Á preferidda

Víslumbre docíl imagem

Esculpida de uma Deusa

Aproxima-se, aproxima-se

Destranca-a e lhe abre por metade

Pousa os seios rigídos e fortes

Devo dizer que são melancias

No arco que suporta o meu cíume

Seus olhos claros e serenos vagueiam

As estrelas pálidas no horizonte

Que viu nascer formosos cabelos negros

Compridas, avilta outras ensejos

Estrelava-se o céu, á lua abrilhantava

Mudez do coração ao teu silêncio

Animada por teu sorriso, inclinava à face

Ao teu rosto, pensativa e múito tenaz

Assim continuavas por longos horas

Uma formosa noite de primavera

Do céu tão alto, ponderavas o dedo

Ânsia que lhe embargava os olhos

Nos sonhos tão distante da superficie.

AUTOR: IVANILDO DA LUZ- S.VICENTE

 

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