Guerra de gangs na Ribeirinha leva jovens ao banco dos réus

24/07/2013 00:03 - Modificado em 24/07/2013 00:00
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tribunal mindeloO NN apurou que a guerra entre grupos de jovens prossegue na Ribeirinha, inclusive com a participação de menores. No último fim-de-semana houve um conflito nas imediações da Escola Jovino Santos e que foi sanado pelo Corpo de Intervenção. Dois menores foram entregues aos pais para serem encaminhados ao Juízo de Menores e três jovens vão responder em Tribunal.

 

O Tribunal da Comarca de São Vicente vai realizar na segunda-feira, 29, a audiência de julgamento de um processo sumário contra três indivíduos detidos por distúrbios na via pública. Os indivíduos foram detidos pelo Corpo de Intervenção na sequência de uma acção policial que visou pôr fim a uma guerra de gangs ocorrida na zona da Ribeirinha e que envolvia adolescentes e jovens dessa localidade e de Chã D´Faneco e indivíduos de outras zonas aliados aos dois grupos.

 

Segundo o que apurámos há algumas semanas que os indivíduos transformaram a zona da Ribeirinha num campo de batalha e o Comando da Polícia Nacional está a trabalhar no terreno para identificar os suspeitos e entregar ao Tribunal aqueles que forem detidos em flagrante delito.

 

Este online sabe que a PN vai elaborar uma participação a ser entregue ao Ministério Público que tem como propósito fazer com que as instâncias judiciais adoptem medidas de prevenção contra os intervenientes no conflito e permita que os moradores possam ter o seu sossego de volta.

 

Gangs de crianças

 

Mas sabe-se que as guerras de gangs envolvem menores, sendo que a Escola Jovino Santos foi transformada num campo de batalha. A situação está a preocupar o corpo directivo dessa escola do Ensino Básico, uma vez que os adolescentes realizam actos de violência contra aquele estabelecimento de ensino situado na localidade da Ribeirinha.

 

A escola tem sido alvo de ataques de “gangs” de adolescentes e crianças que procuram acertar contas com alunos do 5 º ano que pertencem a outros gangs. O Corpo de Intervenção já identificou os alunos e os adolescentes que estão envolvidos no caso, pelo que está a realizar uma acção de sensibilização para sanar os conflitos que transformaram a Escola Jovino Santos num campo de batalha.

 

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