Familiares ponderam recorrer ao STJ

17/07/2013 00:18 - Modificado em 17/07/2013 00:18

balança1O Supremo Tribunal de Justiça pode vir a intervir na decisão do 2º Juízo Crime da Comarca de São Vicente que aplicou uma pena de 14 anos de prisão à cidadã Celeste Gomes e de 13 anos e seis meses, ao seu amante, Hermes “Djudja” Sequeira, acusados de terem assassinado o sogro de Celeste, Armando Rodrigues. Celeste e Djudja podem ver a pena mantida ou alterada, caso o Ministério Público interponha um recurso de contestação da pena junto do STJ.

Os familiares do ex-funcionário da fábrica Sport, Armando Rodrigues, que faleceu na sequência de um assalto perpetrado pela ex-nora Celeste e pelo seu amante, demonstraram o seu desagrado pela medida de pena aplicada pelo Tribunal aos dois arguidos. Os filhos, Orlando e António dizem que houve “injustiça” na atribuição da pena aos dois cidadãos que provocaram a morte do pai, por isso, tencionam recorrer à instância judicial de direito para contestar a decisão do juiz.

O NN sabe que o veredicto do juiz não caiu no agrado das pretensões do Ministério Público que pedia pena de prisão por prática de homicídio agravado, cuja pena se situa entre os 15 e 25 anos. Por isso, com base nas convicções jurídicas defendidas durante a audiência de julgamento e na medida em que os familiares não descartam a hipótese de levar o caso ao Supremo Tribunal de Justiça, nos próximos dias o MP poderá consumar a sua posição e avançar com um recurso de contestação de pena junto do STJ.

 

 

 

  1. sentença daquel é nada diante do que eche faze. daqui a 7 anos eche ta na rua pa pratica outro assassinato ou coisas piores.No tem que recorre.

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