Suicídio de António Canuto: O relatório da PJ é inconclusivo

15/07/2013 00:27 - Modificado em 15/07/2013 00:27

canutoO NN sabe que o relatório da PJ sobre as causas que estariam na base do suicídio do Eng.º. António Canuto, ocorrido na cidade do Mindelo no dia 5 de Abril, é inconclusivo: ou seja, a polícia científica não conseguiu encontrar uma única pista, uma linha de investigação que pudesse esclarecer o que teria levado o empresário ao suicídio. Aliás, no dia 10 de Abril, este online anunciava que a PJ tinha aberto um inquérito , como é normal nesses casos e que “sabe-se que até agora não foi encontrado qualquer documento ou carta de despedida escrita pelo Eng.º. Canuto que poderiam ser pistas para as autoridades criminais responderem à pergunta: o que terá levado um homem da dimensão do engenheiro António Canuto a pôr fim à sua própria vida?”. O NN sabe que no âmbito de inquérito foram ouvidas várias testemunhas, mas que o resultado foi “inconclusivo”.

O jornal ‘A Nação’ avançou com uma notícia onde proclamava que “a pressão do ex-tesoureiro da Shell foi a causa do suicídio do engenheiro Canuto”. Mas a filha veio desmentir essa informação através do jornal ‘A Semana’, ao afirmar que “não houve qualquer pressão do Sr. Orlando ou de outrem sobre o nosso pai”. O mesmo jornal cita “fontes bem posicionadas na PJ que afirmam que “nunca poderíamos afirmar que o acto extremo do Sr. Canuto foi provocado por pressões ou ameaças do Sr. Orlando”. Assim, tudo indica que a pergunta: o que terá levado um homem da dimensão do engenheiro António Canuto a pôr fim à sua própria vida?”, contínua sem resposta.

 

  1. Carlos Ferreira

    Esta história está mal contada e suscita mais perguntas e interrogações. Contudo tarde ou cedo a verdade acabara por vir à tona.Que a sua alma descanse em paz.

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