Primeiro- ministro: ” Bana projectou Cabo Verde no mundo”

13/07/2013 22:25 - Modificado em 13/07/2013 22:25

José-Maria-NevesBana é recordado por todos pela pessoa que foi e pela obra que deixou. Bana, o rei da morna, perdura para sempre porque “não morre, está, agora, também no céu e brilha como uma estrela”, palavras do Primeiro-ministro, José Maria Neves, no seu facebook lamentando a morte de Bana. E em entrevista à RCV acrescenta que “Bana projectou de tal modo Cabo Verde no mundo que é claramente um património nosso e da Humanidade”. E Neves vê como melhor forma de honrar a memória de Bana a de “continuar a trabalhar para que a Morna seja elevada a Património Imaterial da Humanidade”. “Silencia-se para sempre a voz mais quente e poderosa destas Ilhas do Atlântico médio. Perdemos o Rei da Morna, perdemos uma parte importante de Cabo Verde”, escreveu Monteiro.

 

António Monteiro, Presidente da UCID, usou o facebook para reagir à perda física de Bana, afirmando que ficamos mais pobre com a morte de Bana. “Silencia-se para sempre a voz mais quente e poderosa destas Ilhas do Atlântico médio. Perdemos o Rei da Morna, perdemos uma parte importante de Cabo Verde”, escreveu Monteiro.

 

Para Lura, em entrevista à RCV, “Bana é aquela referência de ‘voz de Cabo Verde’, uma voz muito forte e marcante na casa de todos os crioulos, sobretudo na diáspora”. Para Tito, Cabo Verde ficou mais pobre. Lura relembra a forma única como Bana interpretava as melodias que cantava. “A voz e o sentimento que punha em todas as mornas que cantava são extraordinários. Bana foi sempre um extraordinário intérprete, sobretudo, na interpretação do sentimento cabo-verdiano que está completamente representado na sua voz”, evidencia Lura.

  1. Carlos Ferreira

    Com grande respeito pelo grande artista que Bana foi creio que JMN estava delirando um pouco para não dizer muito quando afirma: ” Bana projectou de tal modo Cabo Verde no mundo que é claramente um património nosso e da Humanidade” Continuando o seu delírio JMN acrescenta “continuar a trabalhar para que a Morna seja elevada a Património Imaterial da Humanidade”.
    Já é tempo de atingirmos uma certa maturidade e deixarmos essa leviandade de querer elevar tudo a Património da Humanidade como se o Mundo e Patrimonio de Humanidade abrangessem apenas essas dez ilhas e mais um ou outro país com uma certa representação da nossa diaspora.
    Haja mais respeito pelos mortos!

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