Juiz visita casa onde a vítima foi encontrada morta

11/07/2013 00:43 - Modificado em 11/07/2013 00:43

OLYMPUS DIGITAL CAMERAO juiz que procede ao julgamento dos dois cidadãos acusados de terem assassinado Armando Rodrigues, ex-funcionário da Fábrica Sport foi conhecer o local onde ocorreu o crime. O magistrado, na presença de representantes do Ministério Público, familiares da vítima e dos advogados de Celeste e Djudja, deslocou-se ao local para se inteirar da situação que resultou na morte de Armando.

O 2º Juízo Crime da Comarca de São Vicente convocou o Ministério Público, advogados e as testemunhas arroladas ao processo-crime que acusa a cidadã Celeste de 41 anos e o seu amante, Djudja de 32 anos, de terem assassinado o sogro da arguida, Armando Rodrigues de 77 anos para visitarem a residência da vítima, de modo a realizarem uma leitura descritiva dos factos que poderão ter determinado a morte de Armando.

Tratou-se de um exercício judicial sem a presença dos arguidos, na medida que o juiz quis conhecer a habitação, o local onde ocorreu a agressão e o quarto onde Celeste e Djudja colocaram o corpo da vítima. Este online sabe que o magistrado interrogou os filhos de Armando sobre a forma como descobriram o corpo e algumas questões relacionadas com o processo.

Suspeitas

Recorde-se que a acusação formula que os arguidos assaltaram o cidadão no dia 19 de Setembro de 2012 e que Djudja, ao ver o idoso entrar na casa de banho, desferiu-lhe um soco na nuca. Armando Rodrigues caiu e bateu com as costelas numa banheira e com a cabeça no chão, ficando a sangrar e a chamar pelos filhos.

Por sua vez, a ex-nora da vítima que se encontrava escondida na sala de jantar pediu ao amante que lhe entregasse as chaves do quarto do sogro, que este trazia no bolso. “Djudja” atendeu ao pedido da Celeste e ainda retirou dois anéis e o relógio da vítima.

Os dois arguidos roubaram 20 mil escudos que estavam no bolso de um casaco no quarto do idoso. Antes de abandonarem a casa, cobriram o corpo da vítima com roupas e, volvidos sete dias, Celeste e Djudja viriam a ser conduzidos à prisão preventiva por suspeitas da prática de um crime de homicídio agravado e roubo. A leitura da sentença acontece na terça-feira, dia 16, pelas 10 horas.

  1. Que a justiça seja feita e sirva de exemplo para futuros assassinos.

  2. 16 anos de prisao? Para quando sera aplicado uma pena maxima em cabo verde?
    O minimo que nos esperavamos era 25 anos.Mas nem isso traria o sofrimento da perda daquele que foi um grande Pai e amigo. Descança em Paz.

  3. lucy

    16 anos sao poucos ,mas enfelizmente e a justica que temos ,ver um grande amigo perder sua vida duma forma tao desumana um acto de covardia e os culpados nem se quer ter o castigo que merecem e uma pena mesmo .R.I.P TIO ARMANDO PARA SEMPRE NO NOSSOS CORACOES

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