Kim: artista multifacetado hoje no desemprego

4/07/2013 01:25 - Modificado em 4/07/2013 01:41


KimComeçou com as latas velhas que encontrava pelas ribeiras nos arredores do Madeiralzinho, ainda criança. Assim nasce o sonho de “levar a sua arte” pelos palcos das ilhas de Cabo Verde, era ele ainda muito jovem. Um artista autodidacta que, para além de cantar, toca guitarra, instrumentos de percussão, violão e bateria.

 

“Já toquei com Bau, Voginha e Gardénia Benrós que foi o momento alto de todo o meu percurso. Toco por amor à música, toco para exteriorizar aquilo que não sei definir por palavras sobre a música”, conta Kim.

Kim Monteiro não foi um artista dos grandes palcos e não teve ao longo do seu percurso muita visibilidade enquanto artista, mas diz que o fez por escolha. Sempre preferiu acompanhar outros artistas, muitos deles bandas extintas como OsTavares, Sorriso di Maio, BrainWash, In myPlace e Cavaquim: alguns deles com inéditos inspirados nos ritmos tradicionais como coladeiras e mornas e outros com interpretações de ritmos mais quentes como o pop rock.

“Toquei em noites cabo-verdianas e nalguns festivais” pelas ilhas do Fogo, Santiago e São Vicente. “Nunca toquei por dinheiro. Toco de olhos fechados, para sentir o fluir do som que há em mim, toco por puro prazer, porque a música é a minha alma”, descreve Kim.

Com um percurso musical que começou na década de noventa, tendo neste intervalo vencido dois concursos – Estrelas da Noite e Todo o Mundo Canta – hoje parece ter “arrefecido”. Desempregado, vive no Madeiralzinho, sozinho com os seus instrumentos e recordações (em fotos) espalhados pela sala de estar.

 

  1. lucy monteiro

    força irmozin adorei
    Deus tisdob alcança un dia
    tud bos objectivos bjs

Os comentários estão fechados.

Publicidades
© 2012 - 2017: Notícias do Norte | Todos os direitos reservados.