VBG: “os homens também apanham e a minha ex-mulher quase que me matava”

3/07/2013 00:04 - Modificado em 3/07/2013 01:13

stop violencia domesticaPatrício Firmino conta a história que se passou em 2012 quando ainda se encontrava numa relação que já caminhava para os seus 5 anos. O lado possessivo e extremamente ciumento da mulher, diz Firmino, revelou-se com o prolongar da relação “ao ponto de brigar na rua onde morávamos com outras mulheres, ao ponto de quase me despejar uma panela de água quente em cima enquanto assistia a um jogo de futebol”.

 

Vinte e três de Março de 2012: “lembro-me como se fosse hoje”. Firmino chega a casa às 18 horas, vindo do trabalho. “Relembro-lhe que vou a uma festa com uns amigos. Mesmo brigando, ignoro-a e saio de casa. E não é que às tantas da noite ela resolve ir ter comigo à festa e, para além de armar um bom escândalo brigando com uma mulher com quem estava a dançar, desata para cima de mim? Tenho as marcas das unhas visíveis na minha cara. E um homem tem que se defender, claro”.

 

A lei VBG beneficia as mulheres

Firmino sublinha que, tratando-se de violência doméstica, o conceito é logo associado à agressividade do sexo masculino e que, nalguns casos (“como o meu”), as mulheres conseguem vitimizar-se aos olhos da lei. “Deviam rever alguns pontos nessa lei e ver as coisas de forma mais imparcial possível, porque há muitos casos de agressões físicas desencadeadas por mulheres aos seus parceiros que não chegam aos ouvidos do público porque os homens têm vergonha de se expor”, adverte Firmino.

 

  1. Eduardo Oliveira

    Nem sempre elas têm razão. Alto funcionàrio social, recebi vàrios pedidos de intervenção de homens amachucados que jã não suportavam pau e vexames. Conheci um que nunca teve coragem de me procurar mas que dizia “mais vale levar sova do que levar cornos. Sua mulher era simplesmente disforme.

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