PJ cumpriu o desejo de levar suspeito traficante de droga à prisão

10/06/2013 00:53 - Modificado em 10/06/2013 00:53
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prisão9O Departamento da Polícia Judiciária cumpriu um mandado de captura contra um cidadão acusado de tráfico de estupefacientes na ilha de São Vicente. Alberto “Djon” Alves viu o Tribunal de São Vicente colocá-lo em liberdade, mas por ordem do STJ vai aguardar o desfecho do processo-crime na prisão. “Djon” foi detido pela PJ na sua residência e foi conduzido à Cadeia de São Vicente.

 

Depois de ter sido detido pela Polícia Judiciária em Junho de 2012 durante uma operação de busca à sua residência por suspeita de tráfico de droga, Alberto “Djon” Alves viu o Tribunal de São Vicente colocá-lo em liberdade. A decisão do juiz de instrução criminal não caiu no agrado da PJ e do Ministério Público que recorreu ao STJ para pedir a prisão preventiva do indivíduo

O despacho do Supremo Tribunal de Justiça sobre o caso foi no sentido de revogar a medida de coacção aplicada pelo 2º Juízo Crime ao suspeito, isto é, Termo de Identidade e Residência e apresentação periódica às autoridades. Com essa decisão judicial, Alberto “Djon” Alves esteve cerca de três semanas em liberdade, a aguardar por um desfecho inevitável: ser detido e conduzido ao presídio.

 

Missão cumprida

A Polícia Judiciária como parte envolvida no caso ficou na retaguarda, a aguardar o sinal do Ministério Público para cumprir o mandado de captura. Com a ordem de execução, Alberto “Djon” Alves foi detido na sua residência na zona de Madeiralzinho pela PJ durante uma operação “relâmpago” e “discreta”, que culminou na sua condução sob medidas de segurança para a Cadeia de São Vicente.

 

Apreensão

De realçar que a PJ realizou um trabalho de oito meses que veio a culminar na detenção desse cidadão. E durante a realização de uma busca em casa do suspeito, a Polícia Judiciária apreendeu uma quantidade de marijuana que dava para confeccionar cerca de 150 doses, 8 porções de cocaína pura, uma barra de haxixe que poderia dar para cerca de 60 doses, uma pistola 6.35 com 6 munições, 100 mil escudos e 440 euros em dinheiro e objectos de proveniência ilícita.

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