Assalto ao Snack-bar Matijim: Indivíduos ficam na prisão

30/05/2013 01:26 - Modificado em 30/05/2013 01:26

assalto4O Tribunal de São Vicente condenou três cidadãos que participaram num assalto ao estabelecimento comercial Matijim Snack-bar na ilha de São Vicente. Por seu lado, um militar que foi arrolado ao caso por suspeitas de co-autoria, ficou absolvido porque o Juízo Crime recolheu provas de que o jovem não esteve no local do assalto.

 

O 1º Juízo Crime da Comarca de São Vicente procedeu à leitura da sentença de um processo-crime que envolvia quatros indivíduos acusados de terem assaltado o estabelecimento comercial Matijim Snack-bar, na rua Santo António, conhecida por rua Matijim, no dia 8 de Dezembro de 2012.

De acordo com a acusação, durante o assalto os indivíduos agrediram um cliente e subtraíram cerca de 30 mil escudos da caixa do bar, garrafas de bebidas alcoólicas, telemóveis e vários objectos. Questionados pelo Tribunal sobre os factos, Hélder Baptista de 34 anos, Nilton Fortes de 31 anos e Walter Coronel de 19 anos, assumiram a autoria do crime.

 

Condenação

Com os factos provados em audiência de julgamento, o juiz aplicou uma pena de três anos de prisão ao arguido Hélder que agora vai cumprir uma pena de 12 anos, uma vez que já tinha sido condenado a uma pena de nove anos de prisão pela prática de nove crimes de roubo contra pessoas e em residências na ilha de São Vicente.

Já Nilton Fortes vai cumprir pena de dois anos e seis meses e Walter Coronel vai passar dois anos e três meses na Cadeia de São Vicente. O Tribunal sublinhou esperar que “a condenação sirva para os arguidos se consciencializarem sobre a gravidade do acto e que agora vão a tempo de mudar o próprio comportamento e evitar a prática de delitos”.

 

Absolvição

Por seu lado, o militar Josimar Rodrigues de 26 anos, também tinha sido acusado de um crime de roubo porque tinha sido detido na companhia dos “gatunos” durante uma operação policial realizada na zona de Espia para capturar os autores do assalto.

Mas em Tribunal, a proprietária do bar revelou que o militar não fez parte do grupo que assaltou a sua propriedade. Este facto foi confirmado por testemunhas arroladas ao processo. Simplesmente porque o militar estava na companhia dos arguidos Nilton e Walter na zona de Espia, acabou por ser ligado ao assalto.

 

  1. Mindelense

    Espero que para o militar Josimar Rodrigues, este processo sirva de lição e que aprenda a escolher melhor as suas compainhas. Antigamente costumava frequentar um bar de uma amiga minha, mas depois fui chamado atenção por parte de amigo que o bar era um lugar suspeito da Judiciária por tráfico e venda de drogas, desde desse dia nunca mais pus os pés lá. Imaginem numa blitz da PJ, BAC ou Chocada e estivesse lá? Até provar o contrário poderia ser suspeito de, pelo menos, ser um consumidor.

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