Homem detido a conduzir com taxa de 2,79 g/l de álcool no sangue passa fins-de-semana na prisão

29/05/2013 00:06 - Modificado em 28/05/2013 22:30
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preso4Osvaldo Lima, cidadão que foi detido pela Brigada de Trânsito de São Vicente a conduzir sem habilitação legal, e com uma taxa de 2,79 g/l de álcool no sangue foi condenado a uma pena de cinco meses de prisão. Porém o juiz substituiu a medida de pena pela prisão de fim-de-semana, isto é, durante dez fins-de-semana, o arguido será privado de liberdade.

 

Neste fim-de-semana, um homem com cerca de 50 anos cumpriu o seu primeiro fim-de-semana na Cadeia de São Vicente. Osvaldo Lima foi detido a conduzir sem habilitação legal, sob efeito de álcool, e por desobediência à autoridade, por isso todos os sábados às seis horas vai para a prisão, e regressa a liberdade na segunda-feira, a mesma hora.

O caso foi entregue ao Segundo Juízo Crime da Comarca de São Vicente para aplicar as medidas de pena ao sujeito. Segundo o que apuramos, um agente da Brigada de Trânsito identificou o homem a circular em ziguezague nas imediações da zona de Fonte Meio.

Detenção

 

Osvaldo Lima foi perseguido pela Polícia, uma vez que estava a realizar manobras perigosas na estrada, mas ao se aperceber da presente da BT colocou-se em fuga para a zona de Alto São Nicolau. “Dei-lhe ordem para parar a marcha, mas o indivíduo não cumpriu, por isso iniciei uma perseguição para detê-lo. Uma vez que este seguia com velocidade excessiva acabou por ter um acidente em Alto São Nicolau” declarou o agente da BT.

Submetido a um teste de alcoolemia, o homem acusou uma taxa de 2,79 g/l de álcool no sangue. E o Tribunal apurou que o arguido é reincidente na matéria de condução sem carta, na medida que este não possui habilitação legal. De realçar que o sujeito já foi condenado em Tribunal, para além de fugir a algumas operações de fiscalização no trânsito.

Reincidência

Este online soube que há cerca de dois anos, Osvaldo Lima sofreu um acidente de viação na Baía da Gatas e esteve algumas semanas em coma, mas depois recuperou das lesões. Perante o cenário de conduzir sem carta, o juiz sublinhou que o arguido teve uma indiferença para com as condenações anteriores, e continua a conduzir sem habilitação legal.

O Tribunal defendeu que a melhor forma de mudar a conduta do sujeito, que apesar de ser uma pessoa integrada no ramo laboral, continua a infringir a lei seria priva-lo da sua liberdade aos fins-de-semana, como forma de permitir que haja uma mudança de comportamento.

 

 

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