“Se fico muito tempo sem ninguém, me viro sozinha”

20/05/2013 14:15 - Modificado em 20/05/2013 14:23
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Fã de música eletrônica, Carol Dias se sentiu praticamente em casa durante o ensaio para o Paparazzo na boate Casa, em Niterói, estado do Rio. A mais nova integrante do grupo de assistente de palco do programa “Pânico” se soltou em meio ao jogo de luz e fumaça dentro da casa noturna. “Me sinto mais sexy” (…)

Mulheres bonitas e com o corpo milimetricamente esculpido e com silicone em lugares estratégicos dançam em trajes mínimos em frente à câmera. Essa é apenas uma das funções exigidas pelo novo emprego de Carol Dias. E ela adora! A nova panicat do programa “Pânico” gosta de brincar de seduzir e investe pesado quando acredita que algo vale a pena: seja quando o assunto é homem ou trabalho.

“Para mim, ser um mulherão é ser autêntica e coerente com aquilo que fala e faz. Não julgo ninguém. Se vai jogar uma pedra em alguém, tem que olhar seu teto antes. Sou batalhadora, otimista e tenho andado feliz da vida com essa nova família que ganhei, os integrantes do ‘Pânico’”, conta a modelo paulistana de 25 anos

De zero a 10, sexo num relacionamento para mim tem peso oito. Se eu for para cama com um cara e sentir que ele é ruim, acabou ali. Preliminares e sexo oral tem de estar presentes sempre”, diz Carol, que é a favor de sexo casual, mas evita encontro íntimos com pessoas desconhecidas.
“Sou a favor de sexo casual e seria hipocrisia se na minha idade eu dissesse o contrário. Com um total desconhecido nunca rolou, porque tenho medo de doença. Sou superchata em relação a me proteger bem. Tem gente que bebe e acaba pisando na bola em relação a isso. É meu maior alerta para as pessoas: use camisinha”.

1ª vez aos 18 anos
A morena de bumbum avantajado não está namorando no momento, mas nem por isso deixa de dar vasão aos seus desejo. “Se fico muito tempo sem ninguém, me viro sozinha. Não é igual, mas eu gosto”, afirma a panicat, que perdeu a virgindade aos 18 anos com um amigo de escola.

“Aprendi praticando e jogo o jogo da sedução. Não tenho nojo de nada na cama e não fico censurando as coisas. Agora, bater para mim não é tesão, é agressão. Até toparia uma terceira pessoa na cama, se não fosse com meu namorado. Sou ciumenta e gosto de sentir que o cara está ficando louco com as coisas que eu faço”, comenta.

Ah, Carol ainda tem na manga uma fantasia não realizada: “Transar em pleno voo, enquanto as pessoas estivessem dormindo”.

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