Assassinato de “Nady”: ex namorado acusado de homicídio agravado

20/05/2013 00:39 - Modificado em 20/05/2013 00:39

juiz3O Ministério Público deduziu a acusação contra o cidadão Adilson “Vubra” da Luz acusado de assassinar a companheira, Nádia Aleixo, conhecida por Nady, na zona de Espia, ilha de São Vicente. O indivíduo que cumpre prisão preventiva está acusado de um crime de homicídio agravado.

 

O processo de instrução foi concluído pelo Ministério Público, e o processo-crime foi entregue ao Primeiro Juízo Crime da Comarca de São Vicente que se encontra a ultimar os preparativos para a realização do julgamento, que está previsto para o dia 22 Maio, pelas 8 horas e 30min.

Adilson da Luz vai ser confrontado pelo Tribunal sobre os factos da acusação, uma vez que assumiu a autoria do crime, quando foi interrogado em primeira instância para aplicação de uma medida de coacção, a prisão preventiva.

O caso ocorreu à 24 de Dezembro 2012, depois que Nádia saiu de casa na companhia do namorado Adilson para comprar prendas de Natal e não voltou. E na tarde do dia 26, as autoridades viriam a encontrar o corpo de “Nady” num quarto alugado pelo companheiro na zona de Espia, com lesões no corpo, com maior incidência na região da cabeça.

 

Crime

Depois de estar foragido, “Vubra” foi detido pela Polícia Judiciária na Baía das Gatas. Presente ao Tribunal, “ assumiu a autoria do crime e confessou ter agredido a namorada a na região da cabeça com uma garrafa de vidro forrada com corda de sisal, e com o uso das mãos agarrou a vítima pelo pescoço e asfixiou-a.

Com a marcação da data do julgamento para esta semana, resta agora esperar pela audiência de julgamento para se apurar o móbil deste crime censurado pela sociedade são vicentina na altura dos factos, e que deixou um ambiente de consternação na localidade de Espia.

 

  1. Dany

    O caso aconteceu no dia 24 de Dezembro de 2012.
    O acusado confessou ser culpado.
    A sentença será no dia 22 de Maio de 2013.

    Por favor fazem-me entender essa morosidade.
    Sinceramente.

    Imaginem se o culpado não tivesse confirmado o crime.

    Ai justiça ne nôs terra.

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