Electra descobre 40 casas com energia de “borla”

17/05/2013 00:00 - Modificado em 17/05/2013 00:11

luzA Electra desencadeou uma operação nas zonas de Fernando Pó e Ribeira de Craquinha para desmantelar redes eléctricas conectadas de forma ilegal. Durante essa operação, encontraram mais de 40 casas com energia de “borla”. Segundo o que apurámos, os proprietários dessas habitações ficaram sujeitos ao pagamento de uma coima à Electra devido à fraude de electricidade.

A Electra esteve em dois bairros da zona Sul de São Vicente para fiscalizar as residências que estão conectadas à rede eléctrica de forma ilegal. Nessa operação que contou com o apoio do Corpo de Intervenção, as encostas dessa comunidade foram percorridas à procura dos fios condutores que se ramificam no solo e que chegam de forma discreta às residências.

Durante a operação, não foram detidos os autores das ligações, mas as autoridades conseguiram identificar alguns proprietários cujas habitações, na sua maioria, casas de lata, possuíam energia eléctrica de forma clandestina.

Os técnicos da Electra fizeram a desactivação da corrente eléctrica que chegava de “borla” a essas residências. Mas apurámos que “essas pessoas serão identificadas e responsabilizadas pela sua acção, pelo que irão sofrer as sanções prevista pela lei. Isto é, terão de pagar uma coima por fraude de electricidade e, se se recusarem a pagar o valor, a empresa vai recorrer ao tribunal para que sejam punidas pelo crime”.

Prevenção

Esta intervenção insere-se num plano elaborado pela Electra e que prevê fiscalizar diversas zonas da ilha de São Vicente. A empresa assegura que o objectivo é o de combater o furto de energia eléctrica e o de controlar as perdas nas redes eléctricas, mas também, o de evitar a possibilidade de haver acidentes ou mortes por electrocussão.

A Electra diz que pretende sensibilizar as populações no sentido de criarem condições de segurança para receberem a electricidade nas próprias casas de forma legal. De realçar que alguns cidadãos já foram a julgamento e condenados pela prática de um crime de burla de outros bens.

 

 

  1. E quando é que a electra foi a julgamento por lezar os consumidores com facturas alderadas do consume de água .E as taxas ficticias que aparecem nas facturas ? O coitado do cidadão é lecedo e ninguem aprece no tribunal a condenar a ELECTRA . Mas esta leva os coidados a julgamento , que justiça minha gente :

  2. Nuno Ventura

    É evidente que a ELECTRA não pode tolerar roubos de energia. Mas não são estes roubos que satisfazem consumos em casas de lata que colocam a empresa na situação económica caótica em que se encontra. É preciso actuar também no caso dos roubos de grandes consumidores, que esses sim são pesados. É preciso punir os trabalhadores que roubam a empresa e é preciso gerir bem. E gerir é um verbo que a ELECTRA não sabe conjugar no presente do indicativo, e pelo que se vai vendo nem no futuro, próximo .

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