Mulher apanhada com cocaína no estômago já expeliu 88 cápsulas

14/05/2013 00:56 - Modificado em 14/05/2013 00:56

algemadaA Polícia Judiciária prossegue com as operações de rotina nos aeroportos de Cabo Verde para controlar a entrada de pessoas no País que estejam na posse de droga para fornecer aos “suspeitos traficantes”. E, no Aeroporto Internacional Amílcar Cabral, na ilha do Sal, a PJ deteve uma cidadã cabo-verdiana que já expeliu 88 cápsulas contendo cocaína e ainda dois cidadãos nigerianos na posse de droga.

Neste fim-de-semana o Departamento da Polícia Judiciária no Sal realizou três operações no Aeroporto Internacional Amílcar Cabral que culminaram na detenção de três pessoas. Uma mulher de 39 anos, de nacionalidade cabo-verdiana vinha num voo de Fortaleza, Brasil, com passagem por Portugal, foi detida com droga no estômago assim que desembarcou no aeroporto.

A cidadã foi conduzida ao Hospital Regional do Sal e, até ao momento, já expeliu 88 cápsulas, pelo que foi apresentada ao Juízo Crime da Comarca do Sal, tendo-lhe o juiz aplicado prisão preventiva como medida de coacção. Mas este online sabe que a mulher ainda não está na prisão porque há suspeitas que ela possa vir a expelir mais cápsulas contendo droga.

Neste sentido, a cidadã voltou a ser encaminhada para o hospital para evitar que expelisse cápsulas na prisão e, assim que a Polícia Judiciária concluir o processo, a mulher vai para a cadeia. Por sua vez, um cidadão nigeriano que chegou ao Sal com proveniência da cidade da Praia foi também detido com droga no estômago e já expeliu cinco cápsulas.

O cidadão vai cumprir prisão preventiva de acordo com decisão judicial, bem como outro cidadão de nacionalidade nigeriana que já está na prisão após ter sido detido com mais de meio quilo de cocaína numa mala de cosméticos.

  1. Silvério Marques

    Continuo a dizer. Estes países africanos que nos enviam emigrantes são todos eles muito mais ricos do que nós. Lá se quiserem trabalhar podem viver bem e muito melhor que em Cabo Verde. Nestes países o custo de vida é muito baixo e no campo encontram tudo para comer ( cerais legumes, frutas, peixe e caça ) a preços insignificantes. Se estão aqui é para o dinheiro fácil e contaminam a nossa sociedade. Para traficantes bastam-nos os cabo verdianos.

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