Procuradoria-Geral da República manda devolver bens apreendidos ao ex vereador Benvindo Cruz

7/05/2013 01:03 - Modificado em 7/05/2013 01:03

justiça3A Procuradoria-Geral da República emitiu um despacho a ordenar a entrega dos bens apreendidos ao ex vereador da Câmara Municipal de São Vicente, Benvindo Cruz. A decisão da PGR surge porque há quase dois anos que caducou o prazo para se formalizar a acusação contra o ex vereador por suspeita de obter os pertences por via de um presumível esquema de venda ilegal de terrenos.

Em 2009, o então presidente da Comissão Política Regional do PAICV, João do Carmo veio a público fazer a denúncia que havia um esquema de corrupção na CMSV relativo a venda de terrenos. Benvindo Cruz que desempenhava a função de vereador de Urbanismo foi conectado a denúncia, sendo certo que os restantes visados viram o Tribunal da Comarca de São Vicente arquivar o caso por falta de factos para sujeitar os suspeitos ao julgamento.

Por considerar que o ex vereador era titular de um cargo político, o Procurador da República Vital Moeda agiu na base da Lei dos Titulares de Cargos Políticos e remeteu o processo para a alçada da Procuradoria-Geral da República alegando que cabia ao Supremo Tribunal da Justiça julgar Benvindo Cruz mediante acusação deduzida pela PGR.

A situação ocorreu em Dezembro de 2011, e a Procuradoria-Geral da República tinha seis meses para acusar o ex-vereador do crime de lavagens de capitais, mas sem provas para levar Benvindo Cruz a julgamento, a PGR deixou passar o tempo. E findo o prazo a instituição judicial mandou devolver os 1200 euros, dois computadores e os dois pen drives que foram apreendidos ao ex vereador.

  1. Bitoiss

    AI, ai, ai. Quem não deduziu acusação deveria arcar com as consequências.
    É que agora é ver Benvindo Cruz a exibir aquilo que conseguiu de forma ilícita e ilegal.

  2. C. Lopes

    É la que é pó. Aposto também que o caso do Fugitivo em França vai sair livre porque vai passar o prazo para a sua devolução à justiça Caboverdiana. Algém deve estar a traz desse processo de impedir o seu desenvolvmento para que o Inspector da Policia Judiciária fique na seja extradidato. Assimestá a nossa Justiça os Agentes ganhando de graça.

  3. so isso

    só isso..1200 euros equivale a 122 contos( me corrijam,caso esteja errado ) …queria saber dos outros que eestao neste esquema, nomeadamente claudi salomão e comapinha

  4. tud t tcheca bzot

    oI CABO VERDE TERRA QUERIDA. TERRA DI GOZO E TERRA DE PUTA QUI PARIU.KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK SABE É SABE MESMO.

  5. Silvestre Varela

    O PGR deveria preocupar-se com estas e outras questões que demonstram a incompetência dele e de outros procuradores. Mas, ele vem, acusar os advogados de muita coisa. Aqui deve-se pedir responsabilidade ao Sr. João do Carmo que denunciou sem provas e ao PGR que se recebeu provas não agiu. Mas aqui o PGR deveria ser acusado o Sr. João do Carmo de falsas acusações. Quem irá pagar a indemnização ? Sr. João do Carmo prove pelo menos uma vez, que não mentiu ao fazer a acusação.

  6. João Suanca

    Quero que me esclarecem se é este JCarmo que denunciou a corrupção na CMSVICENTE, que está agora a ser acusado de devio de dinheiro, se não estou em erro na Companhia de Tabacos.

  7. Sova

    JOAO DO CARMO MERECE UMA SOVA DE HOMEM A HOMEM.

  8. pedro barbosa

    Viva Republica Banana.

  9. Silvestre Varela

    Cada um guarda o dinheiro onde quiser. Em Cabo Verde, na Praia, compra-se o euro na rua e á frente de toda a gente. O essencial aqui é se o Sr. João do Carmo apresentou provas ou não. Mas quem falhou é o Ministério Público.

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