Mindelo: Taxa turística causa mal -estar entre turistas e hoteleiros

4/05/2013 03:19 - Modificado em 4/05/2013 03:19

Sao VicenteA taxa de contribuição turística, implementada desde o dia 1 de Maio, não é vista com bons olhos entre os hoteleiros e turistas da cidade do Mindelo. A lei, criada em Dezembro de 2012, “apanhou de surpresa” os turistas que, ao chegarem no país, deparam com esta “taxa extra”, quando a mesma não tinha sido referida nos contratos realizados com as agências de viajem.

“O que acontece é que quando a lei foi aprovada em 2012 já nessa altura nós tínhamos feito os contratos com os operadores e agências. O que se passa é que [agora] essa taxa não pode ser integrada no preço total que nós enviamos para as agências de viagem”, explica o director do Hotel Dom Paco, Francisco Lamas, esclarecendo que essa taxa “que chegou de forma tardia”, tem vindo a ser cobrada isoladamente, não fazendo parte dos pacotes turísticos.

Este facto torna-se num constrangimento para os turistas que chegam no país sem o conhecimento prévio das taxas a serem pagas acima do valor acordado com as agências, causando um “mal-estar” para quem chega. O caso de Luís Fernando, cliente oriundo de Lisboa, reflete as “irregularidades” apontadas pelos hoteleiros. Conta Fernando que fez um contrato com a agência antes de sair de Portugal, acordando um preço determinado e que, chegando no Mindelo, depara-se com “mais uma taxa extra” da qual não foi avisado”.

“Estamos a prestar um serviço ao estado de graça”

 

O director do Hotel Porto Grande, Filipe Nazaré, adverte para o facto de os hotéis estarem a prestar um serviço ao Estado de forma gratuita, quando “não houve um aviso atempado para operadores e agências de viagens de que esse decreto-lei fosse entrar em vigor”. Nazaré explica ainda que os hotéis têm estado a fazer esse trabalho sem nenhuma contrapartida “quando a cobrança dessa taxa devia ser feita directamente no aeroporto (a entrada) e não nos hotéis”

Nazaré avança ainda que os clientes que mais têm criado problemas sãos aqueles que já se encontravam instalados na cidade do Mindelo antes da lei entrar em vigor, pois estes alegam que “a lei não devia ser retroactiva para aqueles que já se encontravam na ilha”. Do mesmo modo, Francisco Lamas, sublinha “que os clientes foram apanhados de surpresa, pois não tinham conhecimento da introdução da taxa de contribuição turística”. Casos surpreendentes que, para o viajante lisboeta, Fernando, não voltarão a acontecer, pois que da próxima vez que vier ao país vai “alugar um quarto numa casa”.

  1. Soncent

    TUDE NESSE PAÍS Ê COMPLICODE. AINDA ES KRE PA TURISTA BEM PA CV.
    GOVERNO DE ZM E PAICV TA DESORIENTODE. DNHER KATEM, TRABOI KATEM ES TA INFRONTODE.
    AINDA NÔ KOIÁ NADA. PA FRENTE EH KTA PA DIANTE.
    NUMA DAS ENTREVISTAS DO ZMARIA QUNDO A EUROPA DECLAROU CRISE ZM DISSE COM BOCA REGANHADA: CABO VERDE KATEM PROBLEMA PQ SÊ ECONOMIA Ê ESTÁVEL. HOJE TUDO SÊ DESCULPA Ê POR CAUSA DCRISE.
    ELE TITA BEM OIÁ GOTE PELODE.

  2. Filomena Silva

    CONCORDO COM A APLICAÇÃO DESTA LEI, POIS POR TODA A EUROPA S PAGA E PORQUE NÃO AUMENTAR AS NOSSAS RENDAS COM ESSA TAXA!!! AGORA NÃO CABE AOS HOTELEIROS FAZER CUMPRIR ESSA LEI TRABALHANDO GRATUITAMENTE PARA O ESTADO!!! É COMO NA QUESTÃO DO IVA EM QUE OS COMERCIANTES TRABALHAM GRATUITAMENTE PARA O GOVERNO RECEBENDO ESTE IMPOSTO AO CONSUMIDOR FINAL PARA DEPOIS O ENTREGAREM AO GOVERNO SEM TEREM NENHUM CONTRAPARTIDA E PIOR AINDA TEREM DE PAGAR CONTABILISTAS PARA FAZEREM AS CONTAS???!!!

  3. Mussin d Soncente

    Oh soncente, bo tem razao no q kbo t dze. Pena q NOS E KTI TA BEM OIA GOTE PELOT, pq es ja tem vida feita tudo a nossa custa.
    E jas inventa mas um nha brother: gora conde bo ba pa dentista kel dobe orcamento, bo tem PAGA TUDE KBO DNHER, so dpos kbo leva factura q seguro t reembolsob el, 1 SMANA DEPOS por causa de burocracia.
    Ess li foi constatod aoje pa mi msmo.
    Jas tinha dzid “ESS CABO VERDE DI SPERANSA”.

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