Assembleia Municipal aprecia Contas de Gerência Positivo , não Satisfaz e negativo

30/04/2013 00:32 - Modificado em 30/04/2013 00:32
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assembleia municipalOs trabalhos da Assembleia Municipal de São Vicente prosseguiram com os deputados a analisarem o relatório de actividades e das contas de gerência. O debate esteve centrado nas contas de gerência do ano de 2012 que geraram um maior debate e com as diferentes bancadas a avaliarem de forma diferente o documento.

O executivo camarário e a bancada do MpD fixaram a atenção na taxa de realização a rondar os 77 por cento para fazerem uma apreciação positiva das contas de gerência da Câmara Municipal. Jorge da Luz, líder da bancada do MpD, diz que o facto das contas serem “realísticas, construtivas e racionais em relação à sua origem” levou a bancada a manifestar o apoio às contas apresentadas. Para Augusto Neves, presidente da Câmara Municipal, a edilidade fez “um grande trabalho e pelo facto de ter executado 77 por cento do orçamento” é sinal que se tem esforçado para pôr em prática tudo o que planifica.

Já a UCID através do seu líder, Ilídio Silva, faz uma apreciação “não satisfatória” do documento apresentado. “Defendemos que os orçamentos devem ser feitos com maior rigor mas este não foi o caso”, afirmou Silva.

Alcides Graça, líder da bancada do PAICV, aprecia de forma negativa as contas de gerência. Graça fixa as suas justificações na incapacidade da edilidade de “alargar a sua base tributária e que tem feito pouco ou quase nada nesse sentido”. Acrescenta que esta incapacidade prejudica o processo de execução do plano de actividades da Câmara Municipal. Diz que “não há dinheiro para executarem aquilo que deviam mas não fazem nada para alargarem a base”, acrescenta Graça. E ainda insiste sobre o IUP (Imposto Único sobre o Património) no sentido que com o número de casas existentes em São Vicente e se cada um pagasse o que deve, a Câmara poderia executar o seu plano com uma percentagem mais elevada.

O último ponto da agenda ficou reservado para hoje  com os deputados da UCID e do PAICV a exigirem um documento mais claro para poderem apreciar. Este último ponto refere-se à actualização/ adequação de taxas municipais.

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