Entulho das obras : CMSV vai aplicar multas aos infractores

22/04/2013 01:32 - Modificado em 22/04/2013 01:32

entulhoA Câmara Municipal de São Vicente emite avisos para a remoção de entulhos nas ruas, e reforça o pedido aos munícipes para a não colocação de lixos nas ruas e a usarem de melhor forma os contentores de lixo em vez de colocarem lixos nas ruas. Estas preocupações surgem com a aproximação da época das chuvas, do aspecto visual da cidade e uma preocupação com a saúde pública.

O presidente da Câmara Municipal já tinha exposto a sua preocupação no encerramento da semana juventude sobre a questão do lixo nas ruas. Na sua intervenção tinha apelado para que as pessoas pudessem seguir as regras de não colocar lixo nas ruas, esperar pelos carros de recolha. “A população tem que fazer a sua parte”, afirmou o presidente.

O aviso de remoção de entulhos é alargado as empresas de construção civil e empreiteiros, e é classificado como ”obrigatório” a remoção dos destroços e entulho das obras.

E a Câmara Municipal recorre ao código de postura para aplicar multas pelo não cumprimento dessas regras.

  1. SV

    Coloquem uma foto de S. Vicente, retratando o problema, em vez de apanharem uma na internet (no caso, este é do Brasil).

  2. Municipe

    Armando Cunha vende lotes a preços exorbitantes

    Os 19.000 metros2 de terreno que a empresa Armando Cunha adquiriu à Câmara Municipal de São Vicente estão a revelar-se uma “mina de ouro” para a empresa. A área foi repartida em 44 fracções e depois vendida a preços exorbitantes. “Os primeiros lotes, que eram os mais pequenos – até 70 m2 -, foram vendidos por preços mais acessíveis, em torno de três mil contos. Os lotes maiores, de 100 ou mais metros quadrados, custaram muito mais. A procura foi tanta que os preços cresceram e os últimos lotes atingiram cifras acima dos 10 mil contos”, confessa incrédula uma fonte deste jornal.

    É o mais recente capítulo de uma longa novela – tal como revelou o jornal A Semana, em Março do ano passado, após uma denúncia entretanto confirmada pelo administrador da “Armando Cunha”, João Rego. Este, ao ser confrontado, admitiu que a entrega dos terrenos de Santa Filomena à Armando Cunha fazia parte de um “acerto de contas” entre a edilidade sanvicentina e a empresa. A CMSV ficou tão mal na “fotografia” que Augusto Neves veio a público desmentir Rego.
    http://asemana.sapo.cv/spip.php?article87169&ak=1#ancre_comm

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