UCID aceita a decisão , mas não concorda

12/04/2013 00:34 - Modificado em 12/04/2013 00:34

Antonio Monteiro2O presidente da UCID reagiu a decisão do Tribunal da Comarca de São Vicente que considerou improcedente o pedido de embargo das obras do acesso norte do Porto Grande por considerar que os partidos não têm ilegitimidade para requer embargo porque não cabe aos partidos políticos a defesa do meio ambiente. António Monteiro disse que o seu partido respeita a decisão do juiz , mas não concorda. Por isso pondera apresentar um novo pedido de embargo , agora em nome de um grupo de cidadãos.

Um dos argumentos do tribunal que o líder da UCID não entende é que “não é tarefa dos partidos políticos proteger o meio ambiente”. E o líder não compreende a razão pela qual “os tribunais não permitem que um partido interponha um recurso mas admite que um cidadão possa ir a tribunal e embargar a obra”. Estranha esta atitude na medida em que os partidos são formados por pessoas.

Admite que alguma coisa não está bem porque ainda tem a ideia de que “as premissas que nos levaram a pedir o embargo mantêm-se”. Ainda sem desarmar da luta pelo embargo da obra, equaciona em juntar-se a um grupo de pessoas e, de forma individual, “continuar a luta”.

  1. João Cecilio Rodrigu

    Gostaria de saber se essa insistência de embargar todas as obras que se pretenda fazer nesta ilha é de São-vicentinos que queiram o desenvolvimento da mesma e de Cabo Verde, ou existe qualquer coisa por trás que queiram reivindicar e não têm coragem de fazê-lo por outros meios?

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