Armador do navio Santo Antão diz que não houve nenhuma denúncia e confirma versão da PJ

10/05/2012 07:19 - Modificado em 10/05/2012 07:19

O responsável da Agência Polar, Luís Viula, um dos armadores do navio Santo Antão afirmou que as buscas desencadeadas pela PJ a bordo do navio faziam parte de um exercício levado a cabo pela polícia científica. Por outro lado o armador garante que não houve nenhuma denúncia de que a embarcação transportava carga ilícita. Sendo que as buscas da PJ foram de encontro ao seu plano de controlo aos navios que chegam com mercadorias provenientes do estrangeiro.

 

O navio Santo Antão foi alvo de buscas por parte da Polícia Judiciária no porto da Praia. Num primeiro momento suspeitava-se que a embarcação poderia ter carregamentos de droga. Mas a PJ não encontrou qualquer material ilícito a bordo do navio Santo Antão que veio do Brasil carregado de ferro. Por outro lado a PJ veio esclarecer que se tratou de uma operação de rotina que faz aos navios que chegam com mercadorias provenientes do estrangeiro.

A posição da Polícia Judiciária foi confirmada por um dos armadores do navio Santo Antão que aportou no Porto da Praia. A embarcação provinha do Recife, no Brasil com 2145 toneladas de vergões de ferro. Segundo Luís Viula, da Agência Polar, a operação da PJ foi uma acção como tantas outras que têm sido desenvolvidas na zona económica de Cabo Verde.

Luís Viula afirma que “ a embarcação faz a rota entre Cabo Verde e o Brasil no transporte de vergões de ferro desde do ano 2008. Agora em 2012 foi a primeira vez que se deslocou ao Brasil regressando ao país com 2145 toneladas de ferro. No dia 5 de Maio o navio foi abordado por uma Fragata Inglesa que tinha algumas autoridades nacionais a bordo. Porém foi uma abordagem inserida no exercício de combate ao narcotráfico, tráfico humano e pesca ilegal desencadeada pelas autoridades nacionais e internacionais”.

 

  1. Tafu

    Esta historia está muito mal contada.Ou será que querem enganar as pessoas? Rotina? Ou deram cobertura para que outro barco passasse os interpolo fizeram este Carnaval juntamente com os da PJ.

  2. Mindelense

    Quem não deve, não teme, aliás é preciso apertar o cerco ao tráfico de drogas, não só os navios nacionais, mas principalmente, aqueles de agências portuguesas que vêem do Brasil. No mar, terra e ar as autoridades têm de estar ligados.

  3. Marcos Tedeu da Fons

    Uhaaauuuuu, não me cheira frescura, se calhar alguma coisa aseada, com tanto barcos de pesca circular na zona e tanto portos de descarga… será que não fugiu nada? Se entra de avião pq não debarco…

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