Edifício na Praça Estrela demolido por questões de segurança

28/02/2013 00:38 - Modificado em 28/02/2013 00:38

Foi demolido um edifício situado na Praça Estrela, ilha de São Vicente que representava perigo para quem passava no local, uma vez que estava em risco de desabar. Na casa funcionava uma loja e uma barbearia, e morava uma família que por questões de segurança teve que deixar a habitação, e que ainda transformou-se num depósito de lixo, dias antes da sua demolição.

 

A Câmara Municipal de São Vicente mandou demolir esse prédio, que nos anos 70, foi a sede  do clube do CS Mindelense. Este online soube que parte dos ocupantes estavam cientes do perigo que os rodeavam, por isso deixaram o espaço, porque a situação demostrou que não havia condições para manterem o seu ofício nesse prédio.

Com a sua demolição, a zona da Praça Estrela ganha “uma nova imagem”, dizem os moradores, mas segundo o que apuramos o processo de demolição executado pela CMSV arrastou-se por vários dias, porque as partes envolvidas estavam à procura de uma alternativa para albergar um dos inquilinos que não queria  abandonar a casa.

Contactado pelo NN o advogado, da proprietária do edifício confirma os factos e segundo o causídico há anos que a sua cliente estava a tentar retirar esse ocupante do espaço para que pudesse dar um destino ao espaço, e que só foi possível agora, porque o processo foi concluído com uma ordem de despejo do tribunal.

O advogado sublinha que “a demolição foi a solução viável, e a CMSV mostrou disponibilidade para fazer esse serviço, uma vez que a proprietária já tinha requerido, daí que houve essa intervenção por parte da Câmara Municipal. Pelo que montaram uma estrutura para que a demolição decorresse em segurança, sem causar transtornos aos proprietários dos prédios vizinhos”.

 

  1. VEZINHO

    O que foi feito do Djoi meu amigo e inclino a muitos anos.

  2. SAO VICENTE

    hehehehe vai aparecer o grupo de defesa de patrimonio a exigir a reposiçao do edificio como fizeram na altura da obra que agora vai ser a delegacia de saude

  3. Gerry Ferreira

    Que o proprietario do pardieiro pague todos os serviços realizados pela Camara já que poderá vender o terreno por um balurdio. Se assim não for negarei pagar om impostos este ano à camara pq não serei eu, nem os demais ,como contribuientes a fazê-lo. Se a Camara não esclareceer esta questão não haverá pagamento de impostos, pelo menos da minha parte.

  4. Adilson

    Tristeza, mais um edifício histórico destruido, qualquer dia Cabo Verde não tem património histórico.

  5. Zemas

    undi nha amigo Djoi bai fika.

  6. matrix

    É assim, em S. Vicente fazem a demolição do património arquitectónico para depois construir no seu lugar um “furúnculo” para nos acertar em pleno rosto. Edifícios sem estética desenquadrados da realidade da cidade. Não acredito que este edifício estivesse em perigo de ruir. Ou então medidas deveriam ser tomadas para que fosse preservado. Na Europa edifícios que sofreram bombardeamentos durante a 2ª guerra foram recuperados e preservados na sua traça original. Em Cabo Verde os bombardeamentos são esses actos de demolição com a conivência do estado e da Câmara e do Instituto da Investigação e do Património Cultural (este que não serve para nada) que não se interessam por manter o que é típico das nossas cidades.

  7. o djoi ja não morava ai a muito tempo, kem vivia ai era seu pai sr chico

  8. Ivandro Lima

    Espero que ao pensarem em construir ali, não façam uma aberração como já fizeram em outros locais da cidade. Há que preservar o nosso património, porque é ele que nos identifica e é o que temos como nosso. A linha arquitectónica da nossa cidade está a perder aos poucos e, daqui a pouco tempo teremos essas memorias somente via fotografias ou pinturas. Como futuro arquitecto, apelo ao bom censo dos que já estão no campo profissional para que não assinem um atestado de óbito à nossa arquitectura.

  9. Dany

    Ja ta na hora de demolirem o antigo registo na rua dos TACV, esse sim é um grande perigo. é so fazer vento que tenhos uma chuva de vidros aqui em abaixo, quer dizer tería-mos porque ja náo há vidros.

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