Obras de acesso Norte do Porto Grande: IMP não vê problemas para a Laginha

22/02/2013 23:58 - Modificado em 22/02/2013 23:58

Com posições contrárias nas obras de alargamento do terrapleno e construção da via de acesso norte do Porto Grande, o Instituo Marítimo Portuário (IMP) no âmbito das “das suas atribuições estatutárias” de autorizar obras na orla marítima, procura colocar água na fervura. O Presidente do IMP, José Manuel Fortes, afirma que “não existe motivos anormais neste projecto nem razões para existência da situação de relativa instabilidade” à volta destas obras. E pede uma postura de “tranquilidade e responsabilidade” das instituições pública e privadas e também da população.

Ao falar da praia da Laginha, Fortes discursa sobre “praia artificial”, que tal como existe hoje foi fruto da intervenção humana. A artificialidade da praia está, segundo o presidente do IMP, na criação de infra-estruturas na baia do Porto Grande, como os estaleiros da Cabnave, em 1983, e ampliação do Porto Grande em 1997. E essa classificação de praia artificial faz com que as conclusões sejam de que “facilita a extensão do areal através da recarga de areia”.

O IMP que emitiu a licença para a realização das obras, diz proceder assim depois de acompanhar o processo desde a fase dos estudos. É nos estudos de impacte ambiental que se baseia para posicionar à favor da homologação das obras no Porto Grande. Apesar dos impactes ambientais serem indicados no estudo, Fortes avança que também estão descritas medidas preventivas que o projecto deve cumprir durante e no período pós-construção.

 

 

 

  1. joao almeida

    o sr. Deputado António Monteiro e ex-Vereador do pelouro do ambiente da CMSV, deve um pedido de desculpas ao povo de S.Vicente e devolver o salario que recebeu durante os varios anos que esteve à frente do pelouro do ambiente e como deputado de S.vicente, porque tem recebido o dinheiro do pvo e não tem exercido devidamente as funções para que foi eleito.deveria o povo de S.Vicente intentar uma acção judicial para responsabiliza-lo pelos seus actos e omissões

  2. Bife

    Lembro-me com saudades dos tempos de crianca quuando a nossa “pesada” avo nos arrastava da cama para a praia da laginha – a tal que agora chamam artificial. Ja la vao uns sessenta anos e tudo evoluiu para melhor comcerteza mas saudades tenho da Pontinha e do Step que essa evolucao nos roubou. Na Pontinha e no rastador da Oficina pescavamos moreias, bideons e mane-cabecas. Agora dizem que nunca existiu bideons e garopas por essas bandas. Talvez nao viveram nesta ilha antes do Cais Acostavel ….

  3. antónio dos santos

    O José Manuel Fortes, com esta posição vem pôr a sua cabeça a prémio. No debate que houve há dias na rádio Morabeza o deputado do Paicv NOVAIS, reconheceu que a Enapor vai fazer estudos adicionais por que a questão da biodiversidade foi ignorada. Creio que esta foi também a posição que o Frankelin Spencer terá garantido ao Presidente da Camara Municipal. Fortes, Fortes, estás a iniciar mal!

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