DGP responde as acusações de esquema de influência

22/02/2013 00:34 - Modificado em 22/02/2013 00:35
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Capitão do navio “Joan Manec”, Augusto Luís Brissos Laji, através da RCV tinha denunciado o Director Geral das Pescas, Juvino Vieira, e a Ministra da Economia Marítima, Sara Lopes, de estarem envolvidos num esquema de influência para atribuição de licenças para a captura da lagosta nas águas nacionais. Desta vez Juvino Vieira vem explicar a sua versão dos factos afirmando que não houve esquema montado na concessão das referidas licenças. Esclarece Vieira que nenhum governante interfere no processo de concessão de licenças, nenhum dirigente ou governante “está envolvido no processo de influencia das licenças de pesca”, diz Juvino Vieira.

As acusações à Direcção Geral das Pescas (DGP) era de que os responsáveis do “Joan Manec” tinham sido abordados pelo DGP para “desenvolver uma determinada tramóia” para “desenrascar uma situação”. A situação era que com apenas quatro licenças concedidas estava operando cinco embarcações na pesca da lagosta. E dentro este acordo a licença seria renovada. O que não aconteceu.

Juvino Vieira explica que foram submetidos cinco pedidos para a pesca da lagosta rosa e foi criada uma comissão técnica para analisar os processos e “emitir um parecer técnico”. A razão apontada por Vieira para não conceder a licença ao “Joan Manec” é que “comparativamente as outras quatro embarcações, que também pediram licença para 2013, é a que menos possui um historial relevante”. Desta razão não foi emitida a licença autorizando-o a pescar lagosta.

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