COMUNICADO do Movimento Independente para o Desenvolvimento de São Vicente.

20/02/2013 15:41 - Modificado em 20/02/2013 15:41

O MIDSV vem acompanhando, de perto, a infundada polémica instalada à volta da expansão do terrapleno e da construção do acesso norte do Porto Grande de São Vicente, pelo Sr  Presidente da CMSV.
Esta é mais uma oportunidade para o povo de S. Vicente constatar a falta de coabitação política entre o Poder Local e o Governo Central, em relação aos interesses e projectos de desenvolvimento desta nossa Ilha. Tudo aquilo que o Governo projecta para São Vicente é criticado e contestado pela CMSV, pura e simplesmente por razões de ordem político-partidária, profetizando ao mesmo tempo que o Governo nada faz para São Vicente.
Aquando da construção da nova Delegacia de Saúde, um grupo de indivíduos alheios ao futuro desta Ilha alegaram a destruição de um pseudo património, que nunca fora tipificado como tal, no sentido de impedir a sua construção.
Desta vez, não se trata de destruição de património mas sim de agressão ambiental, defendida pelo Presidente da CMSV.
É do domínio público que, antes de se projectar as obras, foi feito um detalhado estudo para avaliar o impacto ambiental, não se tendo constatado nada de anormal.
O Autarca de São Vicente agarra-se à praia da Laginha como arma de guerra, alegando a sua destruição, quando, pelo contrário, ele tem a consciência de que o projecto vai beneficiar sobremaneira a referida praia, tanto em qualidade como em extensão.
Nesta ordem de ideias não se devia ter construído os Estaleiros da CABNAVE em detrimento da praia da Matiota, ou melhor, não se  pode construir nada no litoral da Ilha para não atingir as algas costeiras. Hoje em dia pode-se criar praias artificiais em qualquer parte, mesmo recorrendo ao terrapleno e areamento de áreas identificadas.
O MIDSV, naturalmente defende a protecção do meio ambiente bem como a preservação do sistema ecológico. Agora tudo tem limites. Se realmente queremos que a nossa Ilha acompanhe o ritmo de desenvolvimento, em todas as áreas de intervenção humana, temos que sacrificar alguma coisa.
Só que, e felizmente, desta vez  nem sequer vai haver sacrifício algum, na medida em que as algas costeiras que vão ser desalojadas vão se realojar na plataforma de betão e nos pedregulhos de protecção do terrapleno, que por sua vez constitui melhor habitat para espécies aquáticas de predominância costeiras.
A construção desta infra-estrutura portuária, que vai libertar o acesso directo ao Complexo de Frio, cuja construção está prestes a arrancar, vai alavancar a economia regional, descongestionando área portuária, trazendo mais operacionalidade ao Porto Grande e uma nova dinâmica a nossa cabotagem.
Nós, o MIDSV, somos conscientes da vitalidade que este investimento tem para a economia de São Vicente e para o desenvolvimento da Nação Caboverdeana.
Deixamos aqui um apelo ao Edil de São Vicente, que seja mais sensível às reais necessidades desta Ilha, que não privilegie a propaganda política do seu partido em detrimento dos verdadeiros interesses de São Vicente. Ele foi eleito para trabalhar e produzir resultados, em tempo útil, em benefício dos habitantes da Ilha que o mandatou, e não para se posicionar como “pau mandado” do seu partido. Os residentes desta Ilha exigem mais responsabilidade e  melhor desempenho  dos eleitos, nomeadamente o Presidente da Câmara.
Repudiamos toda e qualquer manobra tendenciosa e/ou politicamente motivada, em prejuízo de São Vicente e sua gente.
O futuro de São Vicente está condicionado e direccionado à área marítimo-portuária. Quem não tem esta visão está completamente alheio ao futuro desta Ilha. O mar constituiu sempre uma tradição secular dos residentes desta nossa Ilha.
“A nossa esperança é do tamanho do mar que nos abraça”
Por outro lado, São Vicente só atingirá um patamar de desenvolvimento sustentável quando o Poder Local aprender a cooperar com o Governo Central, pondo de parte as diferenças político-partidárias, e potenciar toda e qualquer alternativa que tenha por objectivo melhorar a qualidade de vida do povo desta Ilha.
A população de São Vicente agradece os esforços do Governo em maximizar as potencialidades das nossas instalações portuárias, de forma a redimensionar a economia desta Ilha.
Cidade do Mindelo, 19 de Fevereiro de 2013.
Pelo  MIDSVO MIDSV vem acompanhando, de perto, a infundada polémica instalada à volta da expansão do terrapleno e da construção do acesso norte do Porto Grande de São Vicente, pelo Sr  Presidente da CMSV.

Esta é mais uma oportunidade para o povo de S. Vicente constatar a falta de coabitação política entre o Poder Local e o Governo Central, em relação aos interesses e projectos de desenvolvimento desta nossa Ilha. Tudo aquilo que o Governo projecta para São Vicente é criticado e contestado pela CMSV, pura e simplesmente por razões de ordem político-partidária, profetizando ao mesmo tempo que o Governo nada faz para São Vicente.
Aquando da construção da nova Delegacia de Saúde, um grupo de indivíduos alheios ao futuro desta Ilha alegaram a destruição de um pseudo património, que nunca fora tipificado como tal, no sentido de impedir a sua construção.
Desta vez, não se trata de destruição de património mas sim de agressão ambiental, defendida pelo Presidente da CMSV.
É do domínio público que, antes de se projectar as obras, foi feito um detalhado estudo para avaliar o impacto ambiental, não se tendo constatado nada de anormal.
O Autarca de São Vicente agarra-se à praia da Laginha como arma de guerra, alegando a sua destruição, quando, pelo contrário, ele tem a consciência de que o projecto vai beneficiar sobremaneira a referida praia, tanto em qualidade como em extensão.
Nesta ordem de ideias não se devia ter construído os Estaleiros da CABNAVE em detrimento da praia da Matiota, ou melhor, não se  pode construir nada no litoral da Ilha para não atingir as algas costeiras. Hoje em dia pode-se criar praias artificiais em qualquer parte, mesmo recorrendo ao terrapleno e areamento de áreas identificadas.
O MIDSV, naturalmente defende a protecção do meio ambiente bem como a preservação do sistema ecológico. Agora tudo tem limites. Se realmente queremos que a nossa Ilha acompanhe o ritmo de desenvolvimento, em todas as áreas de intervenção humana, temos que sacrificar alguma coisa.
Só que, e felizmente, desta vez  nem sequer vai haver sacrifício algum, na medida em que as algas costeiras que vão ser desalojadas vão se realojar na plataforma de betão e nos pedregulhos de protecção do terrapleno, que por sua vez constitui melhor habitat para espécies aquáticas de predominância costeiras.
A construção desta infra-estrutura portuária, que vai libertar o acesso directo ao Complexo de Frio, cuja construção está prestes a arrancar, vai alavancar a economia regional, descongestionando área portuária, trazendo mais operacionalidade ao Porto Grande e uma nova dinâmica a nossa cabotagem.
Nós, o MIDSV, somos conscientes da vitalidade que este investimento tem para a economia de São Vicente e para o desenvolvimento da Nação Caboverdeana.
Deixamos aqui um apelo ao Edil de São Vicente, que seja mais sensível às reais necessidades desta Ilha, que não privilegie a propaganda política do seu partido em detrimento dos verdadeiros interesses de São Vicente. Ele foi eleito para trabalhar e produzir resultados, em tempo útil, em benefício dos habitantes da Ilha que o mandatou, e não para se posicionar como “pau mandado” do seu partido. Os residentes desta Ilha exigem mais responsabilidade e  melhor desempenho  dos eleitos, nomeadamente o Presidente da Câmara.
Repudiamos toda e qualquer manobra tendenciosa e/ou politicamente motivada, em prejuízo de São Vicente e sua gente.
O futuro de São Vicente está condicionado e direccionado à área marítimo-portuária. Quem não tem esta visão está completamente alheio ao futuro desta Ilha. O mar constituiu sempre uma tradição secular dos residentes desta nossa Ilha.
“A nossa esperança é do tamanho do mar que nos abraça”
Por outro lado, São Vicente só atingirá um patamar de desenvolvimento sustentável quando o Poder Local aprender a cooperar com o Governo Central, pondo de parte as diferenças político-partidárias, e potenciar toda e qualquer alternativa que tenha por objectivo melhorar a qualidade de vida do povo desta Ilha.
A população de São Vicente agradece os esforços do Governo em maximizar as potencialidades das nossas instalações portuárias, de forma a redimensionar a economia desta Ilha.
Cidade do Mindelo, 19 de Fevereiro de 2013.
Pelo  MIDSV

  1. Carlos Silva - Ralão

    Não sou técnico/engenheiro da área da construção civil e nem do ambiente, mas começo a chegar a conclusão que tudo que se tenta fazer em S. Vicente, nós os sanvicentinos somos os primeiros a apresentar críticas destrutivas. Tenho assistido n casos: Criticaram a construção da nova Delegacia de Saúde, das obras de drenagem e requalificação da cidade, dos arrelvamentos dos campos dos bairros periféricos, do calcetamento e asfaltagem de ruas feitas pela CMSV, do aeroporto, etc…

  2. Carlos Silva - Ralão

    Continuando o meu comentário anterior, ou seja, os próprios sanvicentinos que criticam a CMSV, o Governo, são os próprios que sempre estão destruindo. Reclamam de falta de projetos em todas as áreas em S. Vicente, mas quando surge um, a primeira coisa é deitar abaixo, e depois ficamos aqui lamentando que Praia-Santiago quer nos bloquear e destruir. Por exemplo, gostei do autor da matéria – LAGINHA UM CANAL ODISSEIA A PORTA DAS CASAS, ele criticou, mas apresentou dados técnicos para análise.

  3. Carlos Silva - Ralão

    Há um pequeno grupo que está monopolizando tudo em S. Vicente, que só eles é que se estão se dando bem e prosperando na vida, enquanto a maioria fica chupando dedo, por exemplo, criticaram a construção da Delegacia de Saúde, que irá beneficiar a maior franja da população.carente. O pequeno grupo dominante, estes podem pagar avultadas consultas e até internações na URGIMED, MEDICENTRO, podem viajar para tratamento fora do país, são essas pessoas que queriam que mantivesse a antiga casa.

  4. Afinal quem são vocês? De onde vieram? Vocês trabalham para quem? Eu acho que vocês são nada mais, nada menos GRUPO INDEPENDENTE DE S.Vicente, porque vocês não conhecem a realidades desta ilha, a sua originalidade e Morabeza das suas gentes, ou será que vocês estão tentando desviar atenção da opinião pública deturpando tudo e todos, Tenham a dó. Espero que apresentem nomes concretos e pessoas idóneas desse grupo. Tenham a Coragem.

  5. danisia fortes

    De certo foi o jmneves quem criou este movimento, em proveito próprio. haja paciência e, não venham distorcer as coisas.

Os comentários estão fechados.

Publicidades
© 2012 - 2018: Notícias do Norte | Todos os direitos reservados.