José Maria Neves: não exijo sacrifícios aos cabo-verdianos, mas o momento é de grande exigência”

19/02/2013 23:53 - Modificado em 19/02/2013 23:53

“Cabo Verde está num momento de transição”, avisa o Primeiro-ministro José Maria Neves, em que a ajuda pública está a terminar. Agora o país vai contar com a “capacidade nacional de geração de riquezas”. E por isso, espera que Cabo Verde possa ser mais competitivo e gerar riqueza capaz de sustentar o crescimento e o desenvolvimento.

 

Mas neste processo de mudança, não vai pedir sacrifícios ao povo. Em vez de sacrifícios e de apertar o cinto, Neves diz que vai pedir “muito trabalho para enfrentar com sucesso este momento”. Mesmo não pedindo sacrifícios, alerta que “o momento é de grande exigência”, esperando que todos possam trabalhar para aumentar a capacidade de produção de riqueza do país.

 

E uma das apostas para a geração de riquezas é o cluster do mar. Discutido na reunião do conselho de ministros especializado para os assuntos económicos, inovação e competitividade, o cluster do mar surge nesta reunião como um dos principais motores do desenvolvimento de São Vicente. “Analisamos a implementação do cluster e as principais peças estão a ser colocadas tendo São Vicente as infra-estruturas portuárias que constituem a âncora importante do cluster”, declara o primeiro-ministro.

 

As diferentes componentes do cluster estão a ser estruturadas, isto nas palavras do primeiro-ministro, que prevê em breve a instalação do núcleo operacional para o cluster do mar “envolvendo entidades públicas e privadas”. Ainda dentro do projecto do cluster está sobre a mesa a resolução que autoriza a Universidade do Mindelo a criar uma unidade denominada Escola do Mar. Esta unidade pretende dar resposta a toda a economia voltada para o mar produzindo profissionais para atender às necessidades.

  1. antónio dos santos

    Então não está a pedir sacrificios aos caboverdianos, quando aumenta luz e electricidade, aumenta os impostos na sede do IVA, aumenta as taxas de estatística e a ecológica? O Povo já não está a sofrer e a apertar o cinto com despesas que não contava e com as consequencias que essas despesas trazem no consumo e logo o desemprego por que as empresas não conseguem manter-se? Trata os outros de parvo mas em S. Vicente as pessoas estão com os olhos bem abertos. O País está falido.

  2. Figaro

    Zemas deze mo ele ca ta bedi pa no perta cinto , ma nem cinto ja no ca tem. E que ele ta bedi so pa no trebaia , ma qual traboi zemas ? Quel moda que bo da Vanda na centro de emprego ? Já te na hora de volta pa bo republica de santiago.

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