Ministro da Justiça reage ao corte no telefone no Tribunal de SV: É uma dívida avultada, mas estamos a trabalhar na sua resolução”

18/02/2013 22:52 - Modificado em 18/02/2013 23:09

Esta garantia é do ministro da Justiça, José Carlos Correia que afirmou haver negociações com a CVTelecom para restabelecimento da linha telefónica fixa no Tribunal de São Vicente. José Carlos Correia assegura que foi entregue um plano de pagamento da dívida a empresa no sentido de resolver a situação. Mas defende que o problema se arrasta devido ao valor da dívida que se acumulou durante anos e que atinge uma soma elevada. Instado a revelar o valor da divida ,pediu compreensão por não revelar o montante.

 

Conforme o NN noticiou a CVTelecom cortou os telefones de serviço no Tribunal de São Vicente porque as contas não estavam a ser pagar. Com este procedimento, os magistrados e serviços ligados ao tribunal, advogados e instituições ligada à justiça estão a passar por uma situação caótica.

Questionado se já telefonou para o Tribunal de São Vicente o ministro da Justiça respondeu que “há uma suspensão das comunicações fixas desde de algum tempo, mas estamos em negociações com a empresa que fornece esse serviço, e estamos a aguardar uma decisão porque já colocamos sobre a mesa um plano de pagamento de dívidas que se acumularam ao longo dos tempos”.

 

Resolução

José Carlos Correia não revela o montante da dívida, mas afirma que “ser avultada e avaliada em milhares de contos”, e que o Ministério da Justiça espera ter uma resposta da CVTelecom nos próximos dias.

 

O ministro da Justiça sublinha que “reconhecemos que é uma situação que nãos queríamos ter, mas que efectivamente aconteceu e que já estamos a trabalhar na sua resolução, que tem tardado por que causa do valor da dívida e das dificuldades encontradas para se reunir e conciliar o modo de pagamento com a empresa”.

 

Constrangimentos

Com o corte do telefone, o Tribunal de São Vicente enfrenta vários problemas que constituiu entrave no acesso à justiça, e houve situações que determinaram o adiamento de julgamentos e de outras diligências.

O ministro da Justiça admite que a falta de comunicação fixa possa ter criado obstáculos, ou entraves, mas defende que “é preciso não fazer depender a realização de uma audiência de um problema de telefone, porque nos tribunais existem os oficiais de justiça que têm o dever de fazer as notificações pessoais, e não é por telefone que se notifica uma pessoa para julgamento”.

  1. Africa

    O Sr Ministre deveria partir de S.Vicente já com o assunto resolvido e não vir para iniciar as negociações . Até parece que não estava por dentro do assunto só agora é que apresenta plano de pagamento da dívida. Deveria vir aqui anunciar que o plano de negociação apresentado já foi aceito e que a questão esta ultra passado , ja podem telefonar .

  2. Carlos

    Concordo planamente com Africa!

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