PN vigia locais que as prostitutas usam como quarto

18/02/2013 00:35 - Modificado em 18/02/2013 11:50


A Polícia Nacional está a intervir junto do jardim na AV. Marginal e doutros espaços na via pública no sentido de evitar que continuem a ser utilizados como bordel ocasional por parte das prostitutas de rua. A PN tem a noção da difícil tarefa que se impõe, mas deixa um alerta: “onde quer que encontremos essa prática, agiremos”.

 

Os arbustos altos, o escuro, o local protegido e com pouco movimento foram os motivos que levaram as prostitutas a transformarem o jardim mais bonito e cuidado de São Vicente em quarto para fazerem sexo rápido a pagamento. Para além do jardim na Av. Marginal, vários são os locais usados: prédios abandonados, contentores e, agora, qualquer beco com fraca iluminação.

 

Perante esta situação, a Polícia Nacional confiou às unidades policias a missão de intervir nessas áreas para impedir que continuem a ser transformadas em bordel. Segundo o que apurámos “identificaram-se espaços ao ar livre onde prostitutas praticam actos sexuais com clientes. Por isso, foi necessário agir nessas áreas porque a acção dessas pessoas infringe a lei, visto tratar-se de uma incivilidade que permite levá-las às instâncias judiciais”.

 

Este online soube que a PN ainda não deteve pessoas a praticar actos sexuais na via pública, nomeadamente nos locais usados na prática da prostituição. Mas a Polícia Nacional sublinha que com o plano de intervenção constatou-se o afastamento das prostitutas dessas áreas, uma vez que “para além de aplicarmos a lei, sensibilizamos essas mulheres que a rua não é local para praticarem actos sexuais, situação que agrava quando o fazem como acto de prostituição”.

 

Porém, esta missão não se destina apenas contra as prostitutas e os seus clientes, mas a todos os cidadãos que forem encontrados a praticar actos sexuais na via pública, esclarece a Polícia Nacional.

  1. Atento

    Com disse há tempos um internauto, é a polícia tentando limpar toda a porcaria que vinha se acumulando durante vários anos sem as atoridades governamentais e municipais intervirem, ou seja, estavam assistindo de camarote. Tenho respeito por estas jovens mulheres que escolheram esse tipo de vida, mas na via pública, atos sexuais são inaceitáveis, que o cliente, pelo menos, alugue um quarto…. A PN está de parabéns mais uma vez, tentando arrumar o fracasso das famílias e políticas incorretas.

  2. Alcindo Santos

    para mim o combate aos ladroes è que è importante, o resto qualquer um pode sexuar aonde quizer como se faz em alguns paizes mais civilizados do que Cabo Verde. mas fazem-me um favor!

  3. Carlos Silva - Ralão

    Caro Alcindo Santos, aches mesmo que os atos sexuais devem ser feitos em qualquer lugar? Mesmo na via pública, a frente de crianças, etc…? Tenho a certeza que o Sr. não iria aceitar que fizessem sexo a frente da sua filha ou filho menor???

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