“ O poder local não poder ser considerado um concorrente do poder central “

7/05/2012 00:00 - Modificado em 6/05/2012 23:20

Augusto Neves, presidente da Câmara Municipal, e anfitrião da III ª convenção autárquica do MPD relembra que foi a comissão política do MpD que pediu para que esse evento se realizasse em São Vicente. E a convecção é vista por Neves como forma de lançar a sua candidatura, mas também “para dar força a todos militantes e amigos do MpD”.

O resultado é positivo na óptica de Neves que o caracteriza como um momento “interessante e extremamente importante para Cabo Verde”. Onde se aproveitou para expor e aprender mais sobre o que considera uma “preocupação de São Vicente”. Temas relacionados com a “regionalização e centralização do poder e o apoio efectivo a ilha de São Vicente a nível de investimentos”.

Dos momentos chaves desta convenção destaca a assinatura do pacto político entre o partidos e os candidatos as autárquicas. Neves vê um grande impacto nessas orientações, em particular na necessidade de dar mais poder aos municípios. Por isso defende a descentralização que na sua perspectiva o poder central pode fazer do poder local “um potencial e não um concorrente para que haja melhoria da qualidade de vida dos mindelenses e de toda a sociedade cabo-verdiana.”

  1. Humberto Ilisio

    Serão dois os cancros de S.Vicente. Arrogancia politica reflectida na falta de dialogo entre poderes local e central; e carencia de capacidade e etica na gestão do poder local. Hoje, infelizmente para todos nós, a instituição Cam. Municipal está desprovida de credibilidade. Vejam só uma Camara que clama por meios financeiros quando poderia em lugar de negociata com o IESIG (leia-se Sr. Titota), poderia arrecadar alguns milhares de contos com o terreno que lhe vendeu por tuta e meia.

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