Magistrados em greve de zelo ameaçam com greve total

14/02/2013 00:27 - Modificado em 14/02/2013 00:27

Os magistrados estão em greve de zelo e ameaçam parar se as suas reivindicações não forem atendidas pelo Ministério da Justiça . É que lhes cortaram o telefone de serviço, subsídios de exclusividade e de renda de casa.

 

Há vários anos que os magistrados reivindicam a revisão da grelha salarial e melhores condições de trabalho com destaque para a questão da segurança. E quando nada o fazia prever OGE2013 veio agravar a sua situação com cortes nos subsídios de exclusividade e de renda de casa definidos pela lei.

 

Subsidio de renda

 

Para reivindicar a inclusão desses subsídios e outras revindicações, os magistrados recorreram à greve de zelo, conhecida por “greve de braços cruzados”, mas que pode vir a culminar na paralisação dos trabalhos se o MJ não apresentar uma solução aos problemas que afectam a classe da magistratura.

Os magistrados vêem a greve como uma forma de luta, porque “a lei e os estatutos prevêem que os subsídios de renda e de exclusividade, como suplementos devam ser processados conjuntamente com os salários, situação que não aconteceu”.

A classe exige que o Ministério da Justiça cumpra a sua parte em relação à execução das leis aprovadas nos estatutos dos magistrados. E ainda, dizem não entender como é que perdem o direito ao subsídio de exclusividade uma vez que, por norma, a classe recebe esse suplemento para dedicar-se apenas ao exercício da magistratura, uma regra que é cumprida para que não se dediquem a trabalhos incompatíveis com o exercício da sua função.

Por outro lado, afirmam que a retirada do subsídio de renda vai lhes trazer vários constrangimentos.Isto porque, o salário que recebem é considerado baixo e sem o subsídio de renda, vários são aqueles que podem vir a entregar as residências onde habitam para procurar uma habitação com uma renda que possam pagar.

  1. tito

    de greve de zelo eles estão há muito tempo

  2. Peletcha

    Coitados dos magistrados parasitas.Trabalham pouco , processos acumulando aos montes e querem beness

  3. mindelense

    Isso é chuchadeira!Não recebam um salário?Então paguem as suas despesas.Nem trabalham para justificar o que ganham.Não estão e,saem e dêem o lugar a outros que estão a procura de trabalho

  4. Noronha

    Esses magistrados parasitas e incompetentes deveriam ser julgados por solicitadores/advogados da mesma calibre. Deviam preocupar-se com os montões de processos que têem a cargo, acumulando até tecto, em vez de estar a solicitar bufunfa. Cambadas de desonestos, matrampilos de uma figa e sabotadores do Estado de Cabo Verde

  5. Baldoquinho

    Eu também quero subsídio de exclusividade. QUERO, ouviram? Quer dizer LERAM?
    Então porque têm um trabalho na Função Pública, têm de ter subsídio de exclusividade para não Trabalhar noutros sítios??? (Essa é Boa).
    vou fazer Greve. (Risos)E atenção que “a minha greve sera com violência”.
    Cambada de parasitas. Têm este país numa lástima (não fazem o seu trabalho com os delinquentes) e ainda querem fazer greve.
    Façam o trabalho e depois reivindiquem.
    Já me esquecia… A mim não me pagam renda de casa

  6. Sem kultura

    No dia em que deixarmos efetivamente de trabalhar, quero ver a quem vão chamar para tratar dos vossos violadores. Assim é, se não pagarem já, isto vai parar. Eu já estou em casa e vai ser sempre assim até tudo estiver cumprido. Simples, sem renda, entrego a casa e saio da comarca para ir morar com os meus pais, e aí não me deslocarei da ilha dos meus pais para a da comarca, até porque não me vão pagar o transporte… Tenho dito.

  7. Sem kultura

    Ah, outra, continuem a apoiar os ldrões dos políticos e vão ver se um dia não serão os vossos bolsos a chorarem. Neste dia, venham para aqui dizer que merecem também serem roubados. Se precisarem chamem-me para pôr o Governo em tribunal e condenâ-lo a respeitar os vossos direitos. Continuem a mandar bocas, mas precisam de mim muito mais do que eu de voçês….

  8. Assomada inteiro

    voces que estão dando adoso ao governo.

  9. Assomada inteiro

    quem deveriam mandar nesse país eram os magistrados,

  10. Mário Matos

    Não acredito que o cidadão que se autoproclamou “sem kultura” seja deveras um magustrado…. Um magistrado da boa escola, seguidor da deontologia dessa importantíssima profissão, não usa esse palavreado raso. Se de facto o nosso cidadão irado é um magistrado como se dizia no antigamente “agó kê taranta!”. Nem me lembrava que os magistrados tinham subsídio de exclusividade. Coisa estranha…

  11. Mário Matos

    Coisa estranha esse subsídio de exclusividade porque a função de julgar exige exclusividade, pelas regras deontológicas inerentes à profissão. Para melhor compreendermos se esse subsídio é justo ou não, será bom conhecermos que outras ocupações remuneradas o juiz pode exercer para aquilatarmos o que um juiz pode perder em matéria de rendimentos por se abster de exercer essa ou essas funções extra-judiciais.

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