CMSV organiza os serviços de fiscalização para actuar

6/02/2013 00:12 - Modificado em 6/02/2013 00:12

O combate à venda de produtos na via pública continua a fazer parte dos planos de acção da CMSV. A prioridade passa por organizar os serviços de fiscalização, para depois fazer cumprir o Código de Postura Municipal.

A CMSV está preocupada com a proliferação da venda de produtos na via pública, por se tratar de uma questão de saúde pública e de violação do Código de Postura Municipal. Este é um problema que as diversas gestões da CMSV têm tentado resolver, mas sem sucesso. Para conseguir resolver o problema, a actual gestão aposta antes de mais, na organização dos serviços de fiscalização. Depois, passa à acção para fazer cumprir o Código de Postura Municipal. A CMSV está ciente que sozinha não vai conseguir debelar o problema, por isso, está a estreitar relações de parceria com a Polícia Nacional para que os fiscais tenham um apoio policial durante a sua actuação. Rodrigo Martins, vereador responsável por esta área assegura que “a PN tem-nos apoiado quando pode, mas é preciso um apoio efectivo, porque executar esta tarefa não é fácil pelo facto de alguns vendedores insistirem em desafiar a autoridade da Câmara Municipal nesta matéria”. O plano para combater as vendas nas ruas será traçado pelo método de acção pedagógica, isto é, sensibilizar os vendedores sobre os riscos dessa prática para a saúde pública, e exercer uma política de intervenção nas situações que infringirem o Código de Postura Municipal.

  

Criar alternativas à venda nas ruas

A solução para combater a venda nas ruas passa, também, por apresentar alternativas aos vendedores. “Temos quatro mercados municipais e um mercado de peixe com condições para albergar qualquer comerciante. Por outro lado, estamos a pensar em transformar uma das ruas da cidade numa área de comércio para as pessoas venderem as suas hortaliças. E espaços alternativos não faltam, agora os cidadãos têm é de cooperar com a Câmara Municipal ”.

Na visão do vereador, os mercados municipais estão organizados e capacitados para responder às exigências dos comerciantes e às demandas dos munícipes. Os mercados têm uma limpeza diária e anualmente a edilidade adquire equipamentos para esses espaços. Obras de conservação são realizadas e fiscaliza-se a venda nas bancas para assegurar que os munícipes adquiram um produto saudável.

  1. Cidadao mindelense

    Bem, espero e acho que to a sociedade mindelense espera que desta vez, seja mesmo para valer. É que no passado, por várias vezes, se falou sobre o assunto, mas, todos sabemos que nunca tiveram a coragem suficiente para avanár com açöes concretas. Há que ter vontade politica aliada a uma acçäo firme e continuada dos ficais, e claro, com um apoio incondicinal da Policia Nacional. é que ate entao, o que se tem verificado é que a camara tem uma fiscalizaçäo focada somente nas questoes relacionadas

  2. Cidadao mindelense

    (Continuaçäo) com a construçäo civile tem deixado o problema nas costas da Policia Nacional, que todos sabemos tem outras atribuiçoes e nao pode estar trabalhando de forma efectiva. Acredito que a PN vai cooperar… um abraço

  3. João Carlos Estêvão

    Essa atitude deve ser tomada já e não constantemente a dizer que estão a organizar. Se necessitam de apoio pedem ao Presidente da câmara da Praia, que está a fazer um bom trabalho. Não venham com apoio pedagógico, se existe um código de postura deve ser implementado e de imediato. Não necessitamos de arranjar espaços livres para a venda das hortaliçãs, espaços já existem. Fechar uma rua da cidade não é solução e não deve ser feita. Tomem as mediadas que a lei exige, esquecem os votos.

  4. Gerry Ferreira

    Simplesmente ridiculo. Estão há 4 anos a resolverem esse problema. Dormem e acordem a sonhar com votos e é por isso que S.Vicente está como está. Estão à espera de quê seus covardes. Troquem os deputados municipais mudos por gente normal a ver se podem ajudar a Camara. Como bem disse o Estevão, os politicos dessa Camara deveriam ir estagiar na Camara da Praia. Desde que seja para melhorar esta ilha, não me importo de contribuir com um bilhete de passagem. Aprendam e apareçam. .

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