Agressão ao funcionário da PJ: Menor entregue aos pais e proibido de sair de casa depois das 21 horas

5/02/2013 00:18 - Modificado em 5/02/2013 00:18

O adolescente envolvido no caso de agressão e roubo a um funcionário da PJ na ilha de São Vicente não vai ser enviado para um centro sócio-educativo. O Juízo Cível decidiu colocar ao menor imposições que se não forem cumpridas irão determinar a aplicação dessa a medida tutelar sócio-educativa. Neste sentido, o agressor fica proibido de sair de casa depois das 21 horas, andar em grupo .

 

Nesta segunda-feira, o Juízo Cível procedeu ao interrogatório do adolescente de 15 anos que estava sob custódia do Tribunal da Comarca de São Vicente por envolvimento num caso de agressão e roubo a um técnico auxiliar da Polícia Judiciária.

 

Juiz ordena entrega do menor aos pais

 

O menor que reside na zona de Ilha de Madeira fez parte de um grupo de jovens desse bairro que atacou César Silva, técnico da PJ com pedras, garrafas e pontapés na Rotunda da Ribeira. E pelo que ficou provado em tribunal e durante o interrogatório, o adolescente foi o indivíduo que atirou a primeira pedra à cabeça do funcionário da polícia científica.

Findo o interrogatório, o magistrado analisou o caso para proceder a determinação da medida tutelar sócio-educativa. Como medida básica, o juiz ordenou a entrega do menor aos pais, mas com aplicação de normas que se forem desacatadas vão culminar na aplicação da medida tutelar mais grave: condução do adolescente para Centro Sócio-Educativo Orlando Pantera, na ilha de Santiago.

 

Juiz determina que o menor volte para escola

 

Nestas circunstâncias o Juízo Cível determinou que o menor deve cumprir imposições estalecidas pela lei. O adolescente ficou proibido de sair de casa depois das 21 horas, de contactar os restantes intervenientes no caso, bem como proibição de andar em grupo. Por outro lado, o juiz impôs-lhe o cumprimento de um ofício, isto é integrar-se num trabalho como aprendiz ou ir para a escola.

O cumprimento das imposições será fiscalizado pelo Tribunal e pelas autoridades ligadas à justiça e pela Polícia Nacional. Recorde-se que o caso levou cinco jovens com idades compreendidas entre 18 e 23 anos a prisão preventiva.

  1. Lima Duarte

    fala sério Sr Juíz…o menor passa 2 dias em casa e daqui a pouco está passeando nas Ruas de morada a noite..pois o povo esquece rápido.
    Ele merece passar uns dias no xadrez isso sim..daqui a pouco ele comete algo pior..que Deus me perdoe…ja esta demonstrado que ele é um perigo a sociedade..

  2. Baldoquinho

    Ahahahahahahaha
    É para rir.
    Agora Polícias vão ficar a vigiar se um DELINQUENTE sai de casa depois das 2100, se anda em grupo, se faz outras coisas más.
    Esses delinquentes (mesmo com 15 anos) têm de ser severamente punidos. Muitas vezes eles é que são os líderes dos grupos, pois sabem que a luz da lei não têm nada a perder.
    Já agora, não censurem os meus comentários (são inofensivos)

  3. Mindelense

    Quero ver pra crer se esse jovem delinquente irá cumprir com a justiça. Sou de acordo que todos devem ter uma segunda chance, mas é ver pra crer. Espero que ele não venha ser pego pela BAC ou Chocada durante a noite a perambular pelas ruas de MIndelo.
    Meu caro jovem, aproveita esta oportunidade que a justiça está te dando para dares um rumo melhor a tua vida. E como fica agressão ao Policial? Ele não deverá receber uma indemnização pelos danos sofridos? Quem pagará?

  4. ridlav

    bzot dal cartao verde pal faze mas. que justiça pa…

  5. baiul

    cesar panhale bo trale merda e mas nada assim ele ta prende

  6. rapaz sem juizo

    Boa Sr. Juiz! bocê ta drêt! kual tir, kual controlo, kual proibição de sai de casa apartir de 9h da noite, kual proibido de contactá má kês oto? O boisão sai todos os dias comete dilinquência todos os dias, faz o ki bem entender porki não tem ninguem para o evitar. Se é assim ki continuamos a funcionar estamos no bom caminho. conheço o rapaz,pertence a 1 dos grupos de guengue mais perigosos de s.vicente.sou o seu vizinho e o conheço muito bem. bsôt ba ta bai.

  7. Piras

    Aqui em Cabo Verde já está mais do que na hora de arranjar um espaço para receber menores infractores, como é o caso deste da ilha de madeira. São miúdos que apesar da idade, são violentos e isso já perceberam. No Brasil existe a FEBEM. Bem que poderiam arranjar um aqui em Cabo Verde.

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