Condutor da TRANSCOR envolvido no atropelamento mortal indiciado de homicídio negligente

5/02/2013 00:11 - Modificado em 5/02/2013 00:11

Vai ser submetido ao julgamento sumário, o condutor da Transcor que conduzia o autocarro que atropelou mortalmente um homem embriagado que estava deitado numa passadeira na Av. Baltasar Lopes da Silva, na ilha de São Vicente. Capitolino Bartolomeu ficou sob Termo de Identidade e Residência e está indiciado pela prática de um crime de homicídio negligente.

 

Foi presente ao Juízo Crime, o indivíduo que conduzia um autocarro da empresa Transcor que na noite de domingo atropelou mortalmente Carlos Silva, de 47 anos que sob efeito de bebidas alcoólicas decidiu deitar-se sobre a passadeira numa área de pouca visibilidade. A vítima que residia na zona de Bela Vista teve morte imediata porque o autocarro lhe atingiu na cabeça e em outras partes do corpo.

O condutor, Capitolino Bartolomeu, de 36 anos foi indiciado da prática de homicídio negligente porque do acidente resultou uma morte. Depois de prestar declarações ao tribunal, o magistrado aplicou-lhe Termo de Identidade e Residência, isto é uma medida de coacção que se aplica em primeira instância ao crime dessa natureza.

Este online apurou que o Ministério Público perante os factos que constam do processo-crime ordenou que o condutor seja submetido ao julgamento sob forma de processo sumário, uma vez que o crime que é acusado possibilita a realização dessa audiência.

Deste modo, o Juízo Crime marcou o julgamento para o dia 21 de Fevereiro pelas 8h 30 minutos para se apurar os factos que resultaram no atropelamento e na morte de Carlos Silva. Com a audição do condutor e das testemunhas que presenciaram o acidente, o juiz vai decidir se aplica as medidas cautelares do artigo 126º do Código Penal ou se opta pela absolvição do acusado.

  1. Lima Duarte

    Sr Juiz absolve o coitado…pelo amor de Deus…ele tem família para sustentar, e estava dando um dia de trabalho..e não estava a roubar os outros

  2. Piras

    Estive a conversar em jeito de curiosidade com uma pessoa de que não sei o nome, acerca do acidente, ele me confidenciou que o referido homem estava além de estar deitado numa passadeira estava trajado de roupas escuras o que impossibilitou o condutor de o ver. É uma pena que isso ter acontecido a um pai de família, mas espero que a justiça seja feita com justiça.

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