Grupo de Reflexão sobre a regionalização: “O primeiro-ministro deu-nos razão”

25/01/2013 00:16 - Modificado em 25/01/2013 01:19

Com as declarações nesta última semana sobre a regionalização do país por parte do primeiro-ministro nas comemorações do Município de São Vicente, o grupo de reflexão sobre a regionalização sente que lhe foi dada razão sobre o tema. Este grupo, composto por vários cidadãos, continua a realizar acções de sensibilização junto da população para prestar esclarecimentos sobre o tema. Nesta semana, a zona de Chã de Alecrim foi alvo de um porta a porta por parte dos membros do grupo explicando e deixando folhetos para leitura.

 

Camilo Abu Raya, um dos membros do grupo, declara que a adesão tem sido massiva e todo este trabalho pretende esclarecer todos sobre a regionalização. Como explica, o grupo sente que o país necessita de uma mudança socioeconómica e defende que “a única solução para esta situação é a regionalização”. “Reparamos que a independência não chegou a 30 porcento da população”, visto que ainda há pessoas que passam por muitas dificuldades económicas. E neste aspecto, a regionalização, como defende o grupo, será para “equilibrar”.

 

Com o primeiro-ministro a marcar para Junho um fórum para pensar o tema e discutir que tipo de regionalização para o país, o grupo defende o formato de “ilha-região”, sendo cada ilha uma região politica. Mas Camilo parafraseando um político, defende que a regionalização deve ser feita a várias velocidades dependendo de ilha para ilha.

 

Com o intuito de trazer mais debate e para que toda a população esteja ciente do que é a regionalização, o grupo prepara outra mesa redonda sobre o tema, trazendo pessoas da diáspora para a discussão. “Há vários motivos para acreditar que a regionalização vai beneficiar Cabo Verde”, conclui Camilo Abu Raya.

  1. Eduardo Oliveira

    Pove ja cordà. Abuse ja ê demàs.
    Primer foi qonde eje dzê cma Soncente tava ba sofrê 20 one, jà tem 37 e ainda Praia ca mudà d’ideia. Nôs terra ainda ti ta sofrê e ninguém ca mexê !!! Depôs foi churria de corpe pa impô sis linga e agora eje crê Referende. Não, nô ca crê. Tude ilha d’Cabe Verde ti ta esperà REGIONALIZAçÃO, DESCENTRALIZAçÃO.
    No precisà de tude esforce e boa vontade desse jornal e dos ôtes.

  2. zemas

    independencia total e emidiata para esses vadios, e mais vams comecar a deportar os smpadjudos daqui.

  3. entendi bem?

    cada ilha com o seu governo? PORRA, ESSE PESSOAL TA DOIDO

  4. Djme

    Porta porta e uma boa mensagem mas tambem podemos ser esclarecidos atravez deste portal de noticias. Favor estampar nos jornais o que se pretende com a regionalizacao com todos os pontos, esclarecendo tudo sem deixar duvidas porque ainda ha duvidas e os duvidosos sao muitos. Mandem o projecto para os jornais ate que o governo sufoqueporque ja sabemos dos truques do partido/governo. Falar mentira neles ja e normal.

  5. jose lopes

    Kes familia de Abu Raya bem la di Siria e es sab mut dret sobre guerra civil. Es conversa tita ba ser causa de mut problemas. deixa de disparates. Soncent faze part de Cabo Verde e nada mas.

  6. Manu

    com certeza a regionalização é uma opção para tirar são-Vicente do buraco em que se encontra. o governo não faz nada de investimento ,aqui só ouvimos falar de infraestruturas a ser feito nas outras ilhas . é só falar de portos de águas profundas que nunca saio do papel, com a regionalização são-Vicente terá mais autonomia e com isso o desenvolvimento dessa ilha querida.

  7. Fernando Delgados

    Proponho para reflexão o seguinte:

    Um parlamento com duas câmaras, sendo que a câmara baixa teria um distribuição pelo método de Hond e a câmara alta teria dois representantes por ilha, eleitos por sufrágio directo.

    Para complementar um reforma fiscal,onde as recitas do país seriam divididas entre o poder central e o poder regional ou local.

    Evitaríamos males maiores e seria um primeiro grande passo para a descentralização do poder e de um aprofundamento da democracia.

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